24 de abril de 2014

Tenente do Exército é vítima de sequestro relâmpago em Maceió

O oficial foi levado na tarde desta quinta-feira (24) em sua motocicleta e liberado, logo em seguida, em um canavial

Ana Carla Vieira
Um tenente do 59º Batalhão de Infantaria Motorizado foi vítima, na tarde desta quinta-feira (24), de um seqüestro-relâmpago, em Maceió. Durante a ação, os criminosos conduziram o tenente em sua moto, e o liberaram em seguida, levando o veículo.
O Exército confirma a informação do sequestro, mas não quis revelar o nome do tenente. Segundo informações de soldados, o tenente foi liberado em um matagal no bairro do Tabuleiro do Martins e passa bem.
TNH1/montedo.com

Drone português "faz água" no primeiro lançamento

O primeiro drone da Marinha meteu água na inauguração
A marinha portuguesa fez a primeira demonstração pública de um drone desenvolvido em Portugal. Veja como correu o voo inaugural, num evento que contou com o ministro da Defesa, Aguiar-Branco, e do chefe de Estado Maior da Armada, Macieira Fragoso.

Sapo TV

23 de abril de 2014

Dia do livro...


Câmara aprova novas regras para trânsito de forças estrangeiras no Brasil


Ilustração
Eduardo Piovesan
O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira o Projeto de Lei Complementar 276/02, do Poder Executivo, que permite ao presidente da República delegar ao ministro da Defesa a concessão de permissão para o trânsito e a permanência temporária de forças estrangeiras no Brasil, sem autorização do Congresso Nacional, nos casos previstos. A matéria deve ser votada ainda pelo Senado.
O projeto foi aprovado por 270 votos a 1, na forma de uma emenda substitutiva do deputado Lincoln Portela (PR-MG). De acordo com a emenda, a autorização a cargo do ministro também poderá ser subdelegada aos comandantes das Forças Armadas.
Em relação ao projeto original e ao substitutivo da comissão especial, a emenda aprovada prevê que as forças estrangeiras deverão especificar, no pedido de ingresso no Brasil, o trecho a ser transitado e também o tempo de permanência.

Mais requisitos
Atualmente, na Lei Complementar 90/97, que já disciplina os casos em que é permitido o ingresso de forças estrangeiras com dispensa de consulta ao Congresso, é exigido declarar um ou outro requisito e não os dois.
Também deverão ser especificadas as finalidades do trânsito e da permanência no território nacional, em vez de apenas uma delas, além da natureza do contingente ou grupamento, dos veículos, equipamentos bélicos, de comunicações, de guerra eletrônica, de reconhecimento e de vigilância.
As forças estrangeiras são definidas como “o módulo armado de emprego operacional marítimo, terrestre ou aéreo”.
O texto aprovado em Plenário retira uma nova previsão, em que seria dispensada a autorização parlamentar para o ingresso de forças estrangeiras em caso de missões humanitárias.

Permissão sem autorização
De acordo com a lei complementar, o ingresso de forças estrangeiras é permitido para participação em programas de aperfeiçoamento; visita oficial ou não oficial, inclusive as de finalidade científica e tecnológica; atendimento de situações de abastecimento, reparo ou manutenção; e missão de busca e salvamento.
Segundo o governo, é grande a demanda de passagem de aviões ou navios militares, procedentes de países vizinhos ou a eles destinados, provocando uma concentração de despachos que devem ser, obrigatoriamente, assinados pelo presidente da República.
Acordos internacionais firmados pelo Brasil dão o prazo de até 48 horas para a resposta ao pedido de trânsito ou permanência temporária.

Íntegra da proposta:
Câmara dos Deputados/montedo.com

Lideranças se reúnem com Ministério da Defesa para discutir "MP do Mal"


A teimosia dos abnegados líderes das associações que representam os interesses dos militares começa a dar resultado. O Grupo de Trabalho formado a partir da audiência pública da Comissão de Direitos Humanos, realizada em 27 de fevereiro por iniciativa do Senador Paulo Paim (PT/RS), será recebido pelo número dois do Ministério da Defesa, o Secretário Geral Ari Matos Cardoso.
Participam do grupo, além do Senador Paim, os senadores Ana Rita (PT/ES), Lindbergh Farias (PT/RJ), Kelma Costa, Ivone Luzardo, Genivaldo da Silva e Mirian Cristina Stein, entre outras lideranças.
A reunião acontece nesta quinta-feira, a partir das 15 horas na sede do MD. Na pauta, a votação da Medida Provisória nº 2215-10, de 2001, a famigerada "MP do Mal". Promoção ao posto acima na reserva, retorno do Auxílio moradia e da gratificação por tempo de serviço são alguns dos temas que estarão em debate.

Tenente do Exército é presa no DF por produção ilegal de suplemento

Ela e o marido, que é químico, tinham fábrica clandestina no Riacho Fundo.
Foram apreendidos mais de 30 sacos de 20 kg de soro do leite, diz polícia.
Parte do material clandestino apreendido pela Polícia Civil Distrito Federal em casa alugada do Riacho Fundo I (Foto: Polícia Civil/Divulgação)
Parte do material clandestino apreendido pela Polícia Civil Distrito Federal em casa alugada do Riacho Fundo I (Foto: Polícia Civil/Divulgação)
Do G1 DF
A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu na manhã desta quarta-feira (23) uma dentista tenente do Exército suspeita de fabricar e vender clandestinamente suplementos alimentares para todo o país. O material era produzido em uma casa alugada da quadra QS 12 do Riacho Fundo I e anunciado pela internet. O marido dela, que é químico e também é suspeito do crime, está em viagem para o Nordeste e deve ser detido em breve.
As investigações começaram há dois meses, após denúncias anônimas. De acordo com o delegado da Coordenação de Repressão aos Crimes Contra o Consumidor, Jefferson Lisboa, foram encontrados mais de 30 sacos de 20 quilos de soro do leite – matéria-prima para a produção dos suplementos.
Betoneira adaptada, achada em casa usada como fábrica ilegal de suplementos alimentares no DF (Foto: Polícia Civil/Divulgação)
Betoneira adaptada, achada em casa usada como
fábrica ilegal de suplementos alimentares no DF
(Foto: Polícia Civil/Divulgação)
Além disso, os policiais apreenderam equipamentos usados pela dupla para confeccionar os itens. “É muita coisa, realmente muita coisa. Apreendemos uma máquina de fazer comprimido, uma betoneira adaptada para misturar os ingredientes, uma lâmpada usada por dentistas para secagem rápida, embalador de suplemento, balança, entre outras coisas”, explicou.
Segundo Lisboa, ainda não há informações sobre há quanto tempo o casal atuava, a quantidade de dinheiro movimentada pela dupla ou o número de clientes. Os próximos passos, informou, são identificar as empresas que compravam os suplementos, que também deverão ser indiciadas, e pedir à Justiça autorização para destruir o material apreendido.
"A produção era feita sem qualquer controle de qualidade, podendo até ter insetos nos produtos. A pessoa que compra aquele produto acreditando que vai fazer um bem para a sua saúde, na verdade, está comprando algo que pode fazer mal", disse o delegado.
Se condenada por crime de adulteração ou falsificação de produtos para fins terapêuticos ou medicinais, a tenente pode pegar entre 10 e 15 anos de prisão. A expectativa é de que ela seja encaminhada para a carceragem do Exército ainda nesta quarta. O G1 procurou a organização, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.
Já sobre o marido dela, a polícia não soube informar quando realizará a prisão. A corporação solicitou à Justiça a prisão preventiva dele e aguarda resposta.
G1/montedo.com

Incêndio na Base da Antártica: Suboficial da Marinha é absolvido por falta de provas

Justiça absolve militar acusado pelo incêndio na base da Antártica
Juiz considerou que perícia não comprova responsabilidade do réu.
Ministério Público vai recorrer da decisão ao Superior Tribunal Militar.

Juliana Braga
Do G1, em Brasília
A primeira instância da Justiça Militar absolveu, por quatro votos a um, o suboficial Luciano Medeiros, acusado de ter sido responsável pelo incêndio que deixou dois mortos na Estação Antártica Comandante Ferraz da Marinha, em 2012.
Na avaliação do juiz, elementos da perícia feita pela Polícia Federal não permitem garantir que a atuação de Medeiros tenha ocasionado o incêndio. O Ministério Público Militar informou que vai recorrer da decisão ao Superior Tribunal Militar.
De acordo com a denúncia oferecida pelo Ministério Público Militar, Medeiros, então primeiro-sargento da Marinha, era o responsável pela transferência do óleo diesel antártico, material de combustão imediata, de um tanque externo para outros dois menores, na praça de máquinas da estação. Cada um dos tanques menores tem capacidade de 5 mil litros.
Na noite de 24 de fevereiro de 2012, por volta das 23h30, estava havendo uma confraternização para a despedida de uma pesquisadora. O oficial, que realizava a transferência do diesel, decidiu deixar a praça de máquinas para participar da confraternização, já que toda a operação costuma durar cerca de meia hora.
Ainda de acordo com a denúncia, o sargento permaneceu na confraternização até cerca de 0h40 do dia 25, quando houve uma variação de energia e ele se lembrou do procedimento. Ao retornar à casa de máquinas, deparou-se com o incêndio, já de grandes proporções.
Perícias do Núcleo de Polícia Judiciária Militar da Marinha do Brasil, da Diretoria de Engenharia Naval e Setor Técnico Científico do Departamento de Polícia Federal, argumentou a acusação, concluíram que o 1º sargento não havia encerrado o procedimento de transferência de combustível em tempo hábil e, por consequência, o diesel de um dos tanques transbordou e entrou em combustão ao entrar em contato com o gerador da Praça de Máquinas.
A Promotoria pediu a acusação por incêndio culposo com multiplicidade de mortes.
O juiz do caso, Frederico Veras, utilizou um elemento do laudo da Polícia Federal para absolver o sargento. Segundo a perícia, a válvula do tanque que teria transbordado estava fechada ou parcialmente fechada. Com base nisso, argumentou o juiz, não seria possível afirmar categoricamente que Medeiros teria deixado de encerrar o procedimento de transferência de combustível.
"O que eu não vou fazer nunca é não ter base para uma condenação, e me sentir à vontade para condenar. Esses laudos não me convenceram da culpa do acusado", disse o juiz. Veras argumentou ainda que era preciso considerar que o sargento era réu primário, com bons antecedentes, e que ele próprio se feriu no incêndio, tentando salvar os companheiros.
Na sentença, os jurados levaram em consideração para absolvê-lo também o fato de o alarme de incêndio não ter funcionado, de não haver sistema de escoamento do combustível ou mecanismo de segurança para evitar o transbordamento além da ausência de equipamentos para o combate de um incêndio de grandes proporções.
Para a promotora, a válvula parcialmente fechada não exime o militar de responsabilidade. "O Ministério Público entende que se esse fato fosse relevante para excluir a responsabilidade do acusado, o laudo teria apontado este fato como eximente da responsabilidade dele no início do incêndio. Não foi isso que o laudo falou", argumentou.
O sargento foi julgado pela 1ª instância da Justiça Militar. O júri é formado por um juiz e quatro militares da mesma força que o acusado, no caso a Marinha, mas de patente superior. Somente um voltou pela condenação de Luciano Medeiros.
"O papel de que me acho imbuído é de representar a União, mas mais especificamente, a Marinha. Concordo com a senhora promotora que a Marinha perdeu com essa situação, mas eu acho que ela perdeu dois grandes militares. Essa é a grande perda que não vamos ter de volta. Por isso votei pela condenação", declarou o capitão Osvaldo Peçanha Caninas.
Os oficiais Carlos Alberto Vieira Figueiredo e o sargento Roberto Lopes dos Santos morreram no incêndio. Eles foram promovidos, post mortem, ao posto de segundo-tenente; admitidos na Ordem do Mérito da Defesa, no grau Cavaleiro, honraria concedida pela presidente Dilma Rousseff. Também foram agraciados com a Medalha Naval de Serviços Distintos, dada pelo comandante da Marinha.
Em razão das mortes, a Promotoria havia pedido, inicialmente, a condenação de Luciano Medeiros por homicídio culposo e dano culposo. Durante a audiência, a promotora Ione de Souza Cruz pediu a alteração da acusação para incêndio culposo, com multiplicidade de mortes.
G1/montedo.com

Suboficial da Marinha será julgado hoje por incêndio na Antártica

Fogo na Antártica
Justiça Militar julga acusado pelo incêndio na base de pesquisa do Brasil na Antártica
Suboficial da Marinha responde pela morte de dois militares e pelos danos causados à Estação Antártica Comandante Ferraz, destruída por incêndio em 2012
Sargento Luciano Gomes Medeiros, ferido no incêndio da base da Antártida, ao  chegar ao Chile - Foto: Armada chilena
A Auditoria Militar de Brasília irá julgar nesta quarta-feira, a partir das 14h, o suboficial da Marinha Luciano Gomes Medeiros, apontado pelo Ministério Público Militar como responsável pelo incêndio na Estação Antártica Comandante Ferraz, em fevereiro de 2012.
O acusado responde na Justiça Militar Federal pelos crimes de homicídio culposo — quando não há intenção de matar —, em decorrência da morte de outros dois militares no incêndio, e pelos danos provocados à instalação.
Conforme a denúncia, Medeiros era o responsável pela transferência de combustível dos tanques de armazenamento dos geradores da estação. Contudo, ele se ausentou durante a transferência para participar de uma confraternização, momento em que os tanques transbordaram. O contato do óleo com o gerador teria sido a principal causa do incêndio, segundo a perícia.
O julgamento do caso, que é protegido por segredo de justiça, será na auditoria militar de Brasília, que equivale à primeira instância. O caso será apreciado por um colegiado formado por cinco membros, sendo um juiz togado e quatro militares de patente igual ou superior a de Medeiros.
A decisão do julgamento é passível de recurso, tanto por parte do Ministério Público Militar quanto da defesa do réu. Se houver contestação, o caso será avaliado pelo Superior Tribunal Militar (STM), também localizado em Brasília.
Leia também:
Como ovelha para o sacrifício: suboficial da Marinha vai a julgamento pelo incêndio na estação da Antártida.
A estação Comandante Ferraz é um centro de pesquisa científica do Brasil na Antártica. Os estudos no local são de origens diversificadas, mas preponderam os trabalhos nas áreas da biologia e oceanografia. Também há iniciativas envolvendo análises atmosféricas, ambiente e arqueologia. Depois de destruída pelo incêncio, a base está sendo reconstruída pelo governo brasileiro.
Zero Hora/montedo.com

Equipe da FAB localiza avião desaparecido no Pará

Equipes da Aeronáutica seguem a pé até local onde aeronave foi localizada
Bimotor estava desaparecido há mais de um mês.
Avião saiu de Itaituba com destino a Jacareacanga, no sudoeste do Pará.
jacareacanga bimotor (Foto: Reprodução/ TV Liberal)
Avião foi localizado em área de mata densa (Reprodução TV Liberal)
Do G1 PA
Equipes da Aeronáutica saíram nas primeiras horas da manhã desta quarta-feira (23) até o local onde foi encontrado o bimotor desaparecido há um mês no sudoeste do Pará. Segundo a Força Aérea Brasileira (FAB), os militares seguem a pé até o local, que é de difícil acesso.
Após as equipes retornarem da mata, a FAB vai divulgar mais detalhes sobre as circunstâncias em que o avião foi encontrado. Ainda não há informações sobre as vítimas do acidente.
Buscas
A Força Aérea Brasileira (FAB) confirmou na noite da última terça-feira (22) que o avião bimotor Beechcraf Baron, desaparecido desde o dia 18 de março, foi encontrado em um local de difícil acesso, próximo ao município de Jacareacanga.
O bimotor decolou do aeroporto de Itaituba às 11h40 e sumiu 1h20 depois de o piloto ter feito o último contato pelo rádio. Desde então, a Força Aérea Brasileira (FAB) realizava buscas na região. Além das buscas aéreas, participaram voluntários, que incluem moradores de Jacareacanga, funcionários do Distrito Sanitário Indígena e indígenas da tribo Munduruku.
O Ministério da Saúde divulgou o nome das pessoas que estavam a bordo: as técnicas de enfermagem Rayline Sabrina Brito Campos, Luciney Aguiar de Sousa e Raimunda Lúcia da Silva Costa, o motorista Ari Lima, além do piloto Luiz Feltrin. Uma das passageiras chegou a mandar mensagens de celular avisando que o avião passava por problemas.
G1/montedo.com

Os santos militares

Santo militar
São Jorge e o Dragão, de Gustave Moreau.
Ficheiro:Saint Theodore Tiro at Chora.jpg
São Teodoro de Amasea.
Afresco na Igreja de Chora, em Istambul.
Os santos militares ou santos guerreiros, também chamados de santos soldados, da Igreja primitiva são santos de muita importância na história do Cristianismo. As perseguições aos cristãos sob Diocleciano e outros imperadores romanos geralmente forneceram o contexto para a hagiografia dos santos militares, que compartilham de um tema comum: um soldado do Império Romano que se tornou cristão descobre que a sua nova religião conflita com as práticas religiosas das forças militares romanas. Ao se recusar a participar dos rituais de lealdade ao imperador (veja culto imperial), o santo dava causa para castigos corporais que podiam escalar até a tortura — que milagrosamente podia não afetá-lo — e mesmo assim ele não nega a sua fé e acaba martirizado. Um outro epíteto comum para este tipo de santo era "atleta de Cristo" (athleta Christi).
Na Antiguidade tardia outros autores cristãos de hagiografias, como Sulpício Severo em seu relato sobre a heroica vida militar de São Martinho, criaram um modelo literário que refletia os novos ideais espirituais, políticos e sociais da sociedade pós-romana. Num estudo recente sobre os santos militares anglo-saxões1 , J.E. Damon demonstrou que a persistência do modelo literário de Sulpício de transformação de santos piedosos e pacíficos e mártires voluntários da hagiografia da Antiguidade tardia em heróis cristãos da Baixa Idade Média, o que gerava um forte apelo às recém-convertidas sociedades lideradas por guerreiros profissionais e que eram exemplo da acomodação com e, por vezes, da participação ativa nas guerras santas que eram consideradas justas. Um desenvolvimento similar no culto de São Demétrio de Tessalônica foi observado: embora ele tenha sido sempre descrito como um soldado, as suas representações artísticas o mostraram em roupas civis por séculos até por volta da virada do milênio, quando ele passa a aparecer quase sempre completamente armado.
São Jorge (patrono da Cavalaria do Exército Brasileiro)Nascimento 275 em Capadócia (Turquia)
Morte c. 23 de abril de 303 (28 anos) em Nicomédia
Veneração por Igreja Católica
Igreja Ortodoxa
Igreja Anglicana
Umbanda
Principal templo Igreja de S.Jorge (Lida,Israel)
Festa litúrgica 23 de abril e 3 de novembro
Atribuições Cavaleiro combatendo dragão, Cruz de São Jorge, espada
Padroeiro Inglaterra, Portugal (orago secundário), Geórgia, Lituânia, Catalunha, Sérvia, Montenegro, Etiópia, Londres, Barcelona, Génova, Ferrara, Reggio di Calabria, Friburgo em Brisgóvia, Moscou, Beirute
O protótipo angélico do santo soldado cristão é o Arcanjo Miguel, cujo culto mais antigo conhecido começou no século V com o Santuário do Monte Sant'Arcangelo em Monte Gargano.
Os santos militares da Igreja Ortodoxa são, de forma geral, mais proeminentes em suas respectivas devoções em suas igrejas que os católicos, especialmente quando a crise militar no Império Bizantino se aprofundou. Eles são geralmente representados prontos para o combate, ao contrário dos santos militares católicos. Os mais importantes são São Jorge, São Demétrio de Tessalônica (este dois geralmente aparecem juntos, à cavalo ou à pé, em ícones), São Teodoro, o General, e São Teodoro, o Recruta. É notável que a base base história para todos eles seja essencialmente inexistente. Bóris e Gleb, personagens reais históricos, foram adicionados à lista ortodoxa na época da conversão de vários países eslavos.
Destes, São Jorge foi exportado para o ocidente durante o período das Cruzadas e se tornou o mais importante santo militar a aparecer "em serviço ativo" no mundo católico - São Sebastião quase sempre aparece como mártiro. Como nas representações bizantinas, ele aparece quase sempre pronto para o combate nas católicas.
A devoção dos santos militares tende a reforçar durante períodos sombrios: uma segunda onda deles, com uma base histórica mais firme, apareceu na Alta Idade Média, sendo o exemplo mais proeminente Santa Joana d'Arc.
Um tipo tardio de santo soldado é Santo Inácio de Loyola, que desistiu do serviço militar para formar uma ordem religiosa.

Lista de santos militares
São Procópio.
Afresco na Igreja de Chora, em Istambul.
São Nuno de Santa Maria, Condestável de Portugal
Santo Acácio de Bizâncio, patrono dos soldados e um dos Santos Auxiliares
Santo Adriano de Nicomédia
Santo Alfredo, o Grande, rei da Inglaterra
Santo Artêmio de Antioquia
São Crescentino
São Constantino XI Paleólogo, último imperador bizantino e mártir da Igreja Ortodoxa
São Demétrio de Tessalônica
Santo Eustáquio, um general romano, mas que no ocidente aparece geralmente em cenas de caça
Santo Expedito
São Floriano, patrono dos bombeiros
Os Quatro Santos Marechais
São Jorge
São Gereão de Colônia
Santo Inácio de Loyola
Santiago Maior, que era Tiago, filho de Zebedeu e foi reinterpretado como "Santiago" durante a Reconquista espanhola
São Longino, que foi o soldado que perfurou o corpo de Jesus na crucificação
Santa Joana d'Arc
Santos João e Paulo
São Ladislau da Hungria, cujo culto era profundamente enraizado na Europa Central na Idade Média
São Marcelo de Tânger
São Martinho de Tours
São Maurício e todos os demais membros da Legião Tebana (como São Cândido, Santo Alexandre de Bérgamo e outros)
São Mercúrio
São Miguel Arcanjo
São Menas
São Nuno de Santa Maria
Santo Orestes (ou Edisto)
São Procópio
São Sebastião
Santos Sérgio e Baco, protetores do exército bizantino
São Terêncio de Pesaro
São Teodoro de Amasea
São Teodoro Estratelate
São Tipásio
São Vítor
São Guilherme de Tolosa

Referências
John Edward Damon, 2003. Soldier Saints and Holy Warriors: Warfare and Sanctity in the Literature of Early England. (Burlington (VT): Ashgate Publishing Company) ISBN 0-7546-0473-X. (em inglês)

Ligações externas
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David Woods. 21 santos soldados, incluindo São Demétrio, São Jorge e São Cristóvão (em inglês). The Military Martyrs.
Wikipédia/montedo.com

Soldado da Aeronáutica é morto dentro de hospital militar em Belém

O soldado da Aeronáutica Alan Patrick Pantoja da Conceição, de 20 anos, foi morto no Hospital da Aeronáutica, em Belém. (Foto: Reprodução/TV Liberal)
O soldado da Aeronáutica Alan Patrick, de 20 anos,
foi morto no Hospital da Aeronáutica, em Belém.
(Foto: Reprodução/TV Liberal)
Soldado da mesma corporação teria atingido o jovem, de 20 anos.
Crime ocorreu no Hospital da Aeronáutica na última segunda-feira, 21.

Do G1 PA
O soldado da Aeronáutica Alan Patrick Pantoja da Conceição, de 20 anos, foi morto na noite da última segunda-feira (21) por um tiro disparado por outro soldado da corporação no Hospital de Aeronáutica de Belém, onde ambos, lotados no Batalhão de Infantaria da Aeronáutica Especial de Belém (BINFAE), prestavam serviço.
O corpo do jovem foi submetido a exames necroscópicos na manhã desta terça-feira (22) no Centro de Perícias Científicas (CPC) Renato Chaves e liberado para a família para procedimentos funerários. O laudo que irá apontar a causa da morte dever ser emitido no período de 15 a 30 dias.
Segundo a família, os dois soldados estariam em guarda na guarita de entrada do Hospital, quando um deles estaria brincando com a arma, assim, efetuando o disparo de forma acidental. "A gente acredita que Deus vai fazer justiça. Se foi acidente ou não, a gente precisa saber da verdade", disse a tia do jovem, Auxiliadora Neves.
Em nota, a assessoria de comunicação da Força Aérea Brasileira (FAB) confirmou o fato e informou que as circunstâncias do incidente estão sendo apuradas e que foi lavrado um auto de prisão em flagrante (APF) do soldado que teria efetuado o disparo. A Polícia Aeronáutica instaurou um inquérito policial, que ao ser concluído deve ser encaminhado à Justiça Militar da União, por se tratar de uma investigação envolvendo membros das Forças Armadas.
Ainda segundo a FAB, o Comando da Aeronáutica está prestando assistência aos familiares.
G1/montedo.com

Exército não tem data para deixar a Bahia

Homens do exército não têm data para deixar Salvador e interior da BA
Patrulha continua até que a cidade esteja considerada segura e com toda a Polícia Militar em plena normalidade
Homem observa passagem de soldados, na orla; presença do Exército não tem prazo para acabar 
(Foto: Marina Silva)
Amanda Palma (amanda.palma@redebahia.com.br)
Os mais de 7 mil homens do Exército que fazem patrulhas nas ruas de Salvador e no interior do estado ainda não têm data definida para ir embora. Segundo o oficial de comunicação social do Exército, tenente-coronel Costa Neto, o fim da Operação Bahia 2 – como é chamado o esquema de patrulhamento – depende de um comunicado do governador Jaques Wagner à presidente Dilma Rousseff.
“Só acaba por determinação da presidente. A operação vai até que se estabeleçam as condições de normalidade e quem pode dizer isso é o governador”, explica o coronel.
A previsão inicial era de que as tropas fossem embora no fim do feriado, mas, por meio de sua assessoria, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que ainda não há previsão de quando o governo vai pedir o fim da operação. Sem o clima de normalidade, o Exército permanece nas ruas junto com a Polícia Militar. Apesar disso, o índice de violência continua alto.
As primeiras tropas de São Paulo começaram a chegar a Salvador às 5h do dia 16, horas depois de ter sido decretada a greve da Polícia Militar. Depois, vieram patrulhas de Alagoas e Pernambuco, que se juntaram aos 6 mil do 6º Comando da Região Militar (Bahia e Sergipe). E, de lá para cá, a rotina dos militares é intensa.
São 24 horas de patrulhamento, com descanso de quatro horas para cada militar. A escala de trabalho é definida em cada quartel.
“Ele roda quatro horas, descansa quatro horas ou o tempo necessário para se recuperar. A gente conta que, dos três quartos de horas, dois ele patrulha e um descansa. Realmente, trabalha mais do que descansa, mas a situação exige que a gente tenha uma sobrecarga maior mesmo”, diz o coronel. Os horários não são fixos e, por isso, muitos atuam durante a madrugada.
“O pessoal está sustentando bem essa missão. Quem é de fora [do estado] sente que está afastado da família, mas o militar está preparado para esse tipo de atividade. Todos são muito experientes nesse tipo de missão”, completa Costa Neto.
Em Salvador, os militares estão alojados em três quartéis: 19º Batalhão de Caçadores, no Cabula, Parque Regional de Manutenção, no Mont Serrat, e na 4ª Companhia de Guarda, na Avenida Paralela. “As três unidades permitem a descentralização das nossas tropas, para que elas possam atuar próximas. Assim, não perde tempo, caso precise reforçar alguma ação”, explica o coronel.
Os militares atuam com patrulhamento ostensivo, abordagem de suspeitos, prisões em flagrante e também para impedir desobstrução de vias públicas. De acordo com o coronel Costa Neto, o Exército já interviu em alguns momentos, como uma tentativa de saque em um supermercado no bairro de Brotas, quando duas pessoas foram presas, e na orla de Piatã, quando um indivíduo foi detido durante uma tentativa de assalto.
Apesar de atuarem com fuzis e pistolas, nenhum disparo foi efetuado durante esses dias, segundo a assessoria do Exército. Além do armamento pesado, armas não-letais, como spray de pimenta e granada de som, estão a postos para qualquer eventualidade.
Com a cidade cheia de turistas, por conta do feriado, as patrulhas se concentram em pontos estratégicos da cidade, como Rodoviária, Pelourinho, Elevador Lacerda, Iguatemi e Barra. Nos pontos turísticos, os militares garantem a segurança de quem se diverte. Mas, para eles, o turismo é diferente.
“Para quem não conhece a cidade, é uma oportunidade de ficar perto do mar, mas tanto faz trabalhar no Centro ou perto da praia, o importante é garantir a ordem”, conta um militar que veio de São Paulo. “É uma rotina intensa. No começo foi complicado porque estava tendo arrastão, assalto, mas agora que a polícia voltou às ruas, as coisas estão mais tranquilas”, completa.
Mesmo jovens – eles têm entre 20 e 30 anos –, os militares são orientados a tratar com seriedade e cordialidade a população. “A gente orienta bem para que tratem com respeito todo cidadão, mas mantendo a postura dele de policial e segurança. A gente percebe uma receptividade muito boa, dá uma sensação de segurança. A gente vem com essa finalidade”, diz o coronel. E a cordialidade encantou a vendedora Elisângela Reis. “Eles são muito educados e deixam o visual daqui mais bonito também, né?”, brinca.
Correio24horas/montedo.com

Vai sonhando, vai...


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