31 de março de 2015

Bancos: contas correntes dos militares garantem R$ 63 mi por ano para as Forças Armadas.

Leio que os bancos pagam R$ 15 por mês às Forças Armadas por cada militar que receba seus vencimentos em conta corrente na instituição financeira.

Continha rápida
R$ 15 x 12 = R$ 180/militar/ano.
R$ 180 x 350.000 (efetivo/2014) =  R$ 63 milhões/ano no caixa das Forças Armadas.

Nada mau.

Com ajuda do Facebook, amigos se reencontram 20 anos depois de servir ao Exército.

Com ajuda do Facebook, amigos se reencontram 20 anos depois de servir quartel em São Gabriel
Turma que não se encontrava há mais de 20 anos se reuniu neste domingo para uma confraternização na Vila Elsa, em Viamão
Com ajuda do Facebook, amigos se reencontram 20 anos depois de servir quartel em São Gabriel Omar Freitas/Agencia RBS
Confraternização dos colegas que serviram em São Gabriel ocorreu na Vila Elsa, em Viamão
Foto: Omar Freitas / Agencia RBS
Jeniffer Gularte
jeniffer.gularte@diariogaucho.com.br
Viamão (RS) - Colegas que serviram o quartel em 1992 na 13ª Companhia de Comunicações Militares de São Gabriel, na Fronteira-Oeste do Estado, se reencontraram neste domingo em uma confraternização realizada na Vila Elsa, em Viamão. A churrascada com os amigos distantes há mais de duas décadas só foi possível graças a uma mãozinha do Facebook.
Há cerca de 40 dias, o comerciante Denir Scartezzini, 42 anos, postou – despropositalmente – várias fotos da sua época de soldado em seu perfil na rede social. Nem nas suas mais otimistas expectativas imaginou que em poucos dias conseguiria encontrar muitos dos rostos que estavam nos retratos digitalizados.
– Um amigo foi achando o outro, marcando o perfil do outro, compartilhando e comentando, assim encontramos mais de 20. Foi muito divertido, rendeu comentários e muitas lembranças – disse.
Ontem, onze deles se reuniram para uma churrasco na casa Denir, na Vila Elsa. Um deles, o protético Marcelo Scarton, 41 anos, veio com a família de Florianópolis, e se emocionou ao ver os amigos. A maior parte dos ex-soldados é de municípios do Vale do Taquari, como Lajeado e Maques de Souza, região de origem da turma. Também vieram amigos de São Gabriel, Caxias do Sul, Mato Leitão e Porto Alegre.
Durante o dia de confraternização, lembraram histórias, deram risadas e reveram álbuns de fotografia. Para entrar no clima da brincadeira, se chamavam pelo número do fardamento e recordavam as vezes que foram para a "prisão" do quartel por mau comportamento.
13ª Cia Com, em Sâo Gabriel - RS
(Imagem: A Notícia OnLine)
– Foi a primeira vez que nós todos saímos de casa, tínhamos que ficar longe da família, lidar com todo tipo de gente, obedecer regras, ter disciplina – conta Elton.
"É uma emoção ter toda essa turma hoje aqui em casa"
Mas não foi simples encontrar todos os presentes na festa. O garçom Luis Carlos Dhein, 42 anos, que não tem perfil no Facebook, só foi localizado graças a persistência de Denir em reunir os velhos amigos. Inconformado em não encontrá-lo na rede social, ligou para prefeitura e o hospital do pequeno município de Marques de Souza, a 143km de Porto Alegre. Contou com a sorte da cidadezinha ter pouco mais de 4,3 mil habitantes. Achou o contato de um parente de Luis que o levou até ele.
– Foi fazendo uma ligação aqui e outra ali que consegui chegar nele, é uma emoção ter toda essa turma hoje aqui em casa – confessa Denir.
Outro companheiro que não tem familiaridade com redes sociais, o pedreiro Odair Krohn, 42 anos, de Mato Leitão, a 103km de Porto Alegre, também foi achado com ajuda de ligações.
– Cheguei aqui (na casa de Denir) às 8h para colocarmos a conversa em dia.
Para não acumular tanto assunto, o grupo prometeu que, a partir desta confraternização, vai se encontrar uma vez por ano.
DIÁRIO GAÚCHO/montedo.com

Soldado do Exército é preso por tráfico de drogas em Barra Mansa, RJ.

Foram apreendidas cocaína e maconha durante a ação (Foto: Divulgação/Polícia Militar)
Foram apreendidas cocaína e maconha durante a
ação (Foto: Divulgação/Polícia Militar)
Outros quatro suspeitos, entre eles um menor, também estavam envolvidos.
Foram apreendidas 4 cápsulas de cocaína e 4 trouxinhas de maconha.

Do G1 Sul do Rio e Costa Verde
Quatro homens e um adolescente foram flagrados com drogas na noite de sábado (28), em Barra Mansa, no Sul do Rio de Janeiro. Os agentes foram até a Rua Geraldo de Paulo, no bairro Paraíso, verificar uma denúncia de tráfico de drogas.
De acordo com a Polícia Militar, com o eles, foram apreendidas quatro cápsulas de cocaína e quatro trouxinhas de maconha.Todos foram encaminhados para a 90ª Delegacia de Polícia (Barra Mansa).
Ainda segundo a PM, um dos suspeitos, de 18 anos, é soldado do Exército e cumpre o serviço militar na Academia Militar das Agulhas Negras, em Resende, RJ. Ele foi autuado por tráfico de drogas e corrupção de menor.
Os outros três foram autuados por posse e uso, mas um deles, de 27 anos, ficou preso porque contra ele havia um mandado de prisão por não pagar pensão alimentícia. O menor, de 17 anos, também vai responder por tráfico de drogas, mas ao Ministério Público.
G1/montedo.com

Forças Armadas são a instituição mais confiável, diz pesquisa.

Exército, Igreja e MP são instituições que o brasileiro mais confia, segundo a Fundação Getúlio Vargas. 

A instituição em que o brasileiro mais confia continua sendo as Forças Armadas, que passou de 66% para 68% entre 2013 e 2014, seguida pela Igreja Católica (56% para 59%), Ministério Público (45% para 50%); Grandes Empresas (37% para 43%); Imprensa Escrita (41% para 43%); Polícia (31% para 36%), Emissoras de TV (30% para 33%), Governo Federal (27% para 29%) e Congresso Nacional (15% para 19%).
Com informações do site Cidade Verde

EUA e Coreia do Sul fazem manobras militares em grande escala.

Imagem: Kim Hong-Ji / Reuters
Da Agência Lusa
Milhares de soldados norte-americanos e sul-coreanos, apoiados por helicópteros e aviões de combate, fizeram hoje (30) manobras de desembarque anfíbio em grande escala, no âmbito dos exercícios militares anuais.
Participaram do exercício 7.600 soldados, incluindo 3.500 fuzileiros, 80 aviões, 30 navios e dezenas de veículos blindados para defender uma ponte e a costa de Pohang, a 360 quilômetros ao sul de Seul.
Supervisionado pelos comandos militares dos Estados Unidos e da Coreia do Sul, o exercício de desembarque anfíbio foi o destaque da operação Foal Eagle, que tem a duração de oito semanas e deverá terminar em 24 de abril.
Os exercícios anuais elevam as tensões entre as duas Coreias, que continuam tecnicamente em guerra, uma vez que o conflito 1950-1953 terminou com um armistício – acordo formal em que as partes envolvidas em um conflito armado concordam em parar de lutar, não necessariamente é o fim da guerra – em vez de um tratado de paz.
Os Estados Unidos e a Coreia do Sul insistem que os exercícios conjuntos têm natureza defensiva, enquanto a Coreia do Sul os denuncia como ensaios provocadores para uma invasão.
EBC/montedo.com

Wagner defende maior número de mulheres em missões militares

Atualmente, o Brasil possui militares do sexo feminino apenas na Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah)
O Brasil possui militares do sexo feminino apenas na Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti
Imagem: Jorge Cardoso
Segundo o ministro da Defesa, Jaques Wagner, “houve progresso nos últimos anos, mas muitos desafios ainda têm que ser enfrentados para que mais mulheres participem de operações de paz em postos decisórios”.
Wagner participou da abertura do Painel Independente de Alto Nível sobre Operações de Paz da Organização das Nações Unidas (ONU), iniciado nesta segunda-feira (30/03), em Salvador.
Atualmente, o Brasil possui militares do sexo feminino apenas na Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah), onde cerca de dez profissionais atuam como jornalistas, relações públicas e assessoras jurídicas, entre outras posições.
Na abertura do encontro, que segue até a terça-feira (31), o titular da Defesa enfatizou, também, a importância de se pensar em mecanismos “para que menos mulheres e meninas sofram com a violência de gênero relacionada a conflitos”.
No evento, representantes da América Latina e Caribe apresentam propostas e trocam experiências da temática, que servirão de subsídio para a atualização do manual de operações de paz da ONU.
“Precisamos saber o que mudar nessas missões, a começar por seus mecanismos de financiamento, visando a ampliar sua eficácia e sua legitimidade”, alertou Jaques Wagner.
A renovação do documento que baliza a atuação dos chamados capacetes azuis das Nações Unidas, para o ministro, é fruto de uma mudança no panorama político e de segurança mundial.

Abertura
O líder do Painel sobre Operações de Paz, José Manuel Ramos-Horta, foi presidente do Timor-Leste, durante os anos de 2007 a 2012. Ele ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 1996 pelo esforço em terminar com a opressão no seu país.
Na mesa de abertura do evento, Ramos-Horta enfatizou que as missões desta natureza devem permanecer como ferramenta eficaz de manutenção da paz, mas ponderou que é preciso pensar em novas formas de se adaptar aos desenhos políticos atuais.
O presidente do painel incentivou os participantes a enviar soluções “ousadas” e “criativas” para a reformulação do manual da ONU. Todos os debates do seminário serão enviados para o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-Moon, em maio deste ano.

Painel
O Painel Independente de Alto Nível sobre Operações de Paz da ONU foi criado em outubro de 2014, pela ONU. Tem o objetivo de avaliar o estado atual das operações de paz das Nações Unidas e identificar as necessidades que deverão emergir no futuro, como: maior proteção a civis em áreas de conflito, melhoria do desempenho das tropas, igualdade de gênero, novas tecnologias em apoio às operações e parcerias estratégicas, entre outros assuntos.
Durante cinco meses, o evento percorreu outros continentes, com encontros em Genebra, Bangladesh, Nova Iorque e Adis Abeba. Para este painel, estão reunidos no Brasil representantes de alto nível de quase todos os países da América Latina e Caribe, da área de Defesa, Segurança, Relações Exteriores, Academia e Sociedade Civil.
Ao todo, participam 6 países da América do Sul, 10 da América Central e Caribe e 1 da América do Norte.
Tribuna da Bahia/montedo.com

Arrastão tem o apoio do Exército e recolhe equivalente a cinco caminhões de inservíveis.

Sorocaba (SP) - As equipes da Divisão de Zoonoses da Prefeitura de Sorocaba receberam neste sábado (dia 28) o apoio de 54 voluntários do Tiro de Guerra (TG) de Sorocaba e recolheram o equivalente a cinco caminhões carregados de materiais inservíveis, potenciais criadouros de larvas do mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti. O chamado arrastão aconteceu na Vila Hortência, Vila Progresso e bairro Lopes de Oliveira, das 8h às 16h.
Ao todo, 908 imóveis foram trabalhados, ou seja, receberam a visita dos agentes de saúde. “Normalmente visitamos uma média de 140 por dia. Esse aumento só foi possível graças ao apoio do Tiro de Guerra, que ajudou bastante”, ressalta Leandro Arruda, chefe da Divisão de Zoonoses, que atuou com 50 agentes.
Nos bairro Lopes de Oliveira e Vila Hortência foi recolhida maior quantidade de inservíveis, em cada uma, o suficiente para encher dois caminhões. As equipes mistas de agentes, atiradores e coletores recolheram mais um na região da Vila Progresso.
Os atiradores do TG atuaram das 8h ao meio-dia, junto com os agentes de saúde, sendo que no período da tarde, apenas estes últimos prosseguiram na tarefa de remover os materiais que pudessem acumular água nas residências, bem como orientar e esclarecer dúvidas dos moradores quanto à dengue.
Chefe de instrução do TG, o subtenente Éwerton Alfredo Kaercher Rosa disse que a aceitação por parte da população em relação à atuação dos atiradores foi “excelente”. “Trabalharam muito, retirando até sofá molhado, tonéis e garrafões das casas. Tinha gente que ao ver os atiradores pedia para que entrassem nas casas para fazer vistoria”, disse. Segundo ele, uma das funções do Exército é atuar em áreas de emergência ou calamidade e exercer a civilidade e a cidadania. “Foi o que fizemos em Sorocaba neste sábado.”
Na sexta-feira, os atiradores assistiram à palestra sobre dengue ministrada pela equipe de Zoonoses da Prefeitura. O Tiro de Guerra se colocou à disposição para ajudar a municipalidade em outras ações contra a dengue. “Isso dentro da medida do possível, de forma voluntária, pois temos em Sorocaba 100 atiradores que recebem instrução de segunda a sábado, das 6h às 8h.”
No último dia 6, os atiradores participaram de uma ação voluntária para manutenção e limpeza na área interna do Tiro de Guerra de Sorocaba, bem como de um mutirão de limpeza e remoção de lixo e entulho de áreas e vias públicas no entorno da unidade do Exército. Após a Páscoa, mais um mutirão será realizado, adianta Éwerton. (Assessoria de imprensa da Prefeitura de Sorocaba)
Sorocaba Fácil/montedo.com

Sargento do exército é encontrado morto em Altamira.

Sidalécio Souza e Fernanda Macieira
Felipe Moreira de Farias de 27 anos era sargento do Exército Brasileiro e foi encontrado morto na manhã do ultimo domingo(29) dentro de um carro em Altamira. Policiais militares e civis atenderam a ocorrência, a causa morte não foi identificada, pois no corpo de Felipe não havia nenhuma evidência.
O SAMU ainda chegou a ser acionado, mas eles constataram que Felipe não tinha mais nenhum sinal vital. Militares do exercito compareceram no local e isolaram a área. Peritos do Instituto Renato Chaves removeram o corpo de Felipe, em até 10 dias deve sair um laudo com a causa da morte.
Nota: A polícia civil está investigando a morte, uma testemunha que estaria com Felipe pouco antes dele ter falecido, prestou depoimento na delegacia. Mas tudo está sob sigilo.
BLOG DO SIDALÉCIO/montedo.com

Nota do editor:
O 3º Sargento Felipe Moreira Pereira de Farias era da arma de Infantaria, formado na EsSA em 2010.

30 de março de 2015

Exército leva internet rápida para o interior da Amazônia.


Exército utilizará cabos de fibra ótica subfluviais para conectar cidades ribeirinhas do interior da Amazônia
© Amazônia Conectada/ Exército Brasileiro
Geórgia Cristhine
Levar internet de alta velocidade para as cidades ribeirinhas do interior da região amazônica, esta é a meta do Projeto Amazônia Conectada do governo federal, numa parceria com a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa e o Exército Brasileiro.
Para conseguir entrar na floresta mais densa do mundo e proporcionar o acesso à internet à população que mora às margens dos rios, a estratégia usada pelo Exército foi usar cabos de fibra ótica subfluviais para conectar a região que vai passar a integrar o Programa Nacional de Banda Larga.
De acordo com o chefe do Centro Integrado de Telemática do Exército, General Decilio de Medeiro Sales, as peculiaridades da região amazônica forçaram a escolha pelos cabos subfluviais, já que escavações na floresta foram descartadas porque seria preciso entrar em terras indígenas. “Como a população das cidades vive à margem dos rios, a rota de navegação e transporte é o rio. É a solução menos intrusiva.”
Serão construídas ao todo cinco infovias de 7,8 mil km pelos rios Negro, Solimões, Madeira, Purus e Juruá, que vão servir como estradas de passagem dos cabos de fibra ótica.
A ideia, segundo o general Decilio, é fazer com que as 7,5 milhões de pessoas que vivem à margem dos rios passem a ter uma série de serviços de redes de dados com a mesma qualidade dos que já existem na cidade de Manaus. “A ideia é deixar a Amazônia ocidental nas mesmas condições de Manaus, que já possui uma internet de boa qualidade, atendida por 3 tipos de conexões”, explicou o militar, acrescentando que as populações indígenas também serão beneficiadas pela expansão da infraestrutura de comunicações na Amazônia.
Atualmente, o acesso à internet na região é feito via satélite, o que configura um sistema instável e caro. Já a tecnologia de fibra ótica vai permitir conexões de até 100 Gigabit por segundo, capacidade usada para atender também o governo do Amazonas e órgãos como a Receita Federal e o Ibama. “Acho que a população merece essa estrutura, é uma população um pouco esquecida nessa parte. A opção atual é satelital, que é uma solução muito cara e não é universal. Já com esse projeto vamos poder oferecer um serviço mais barato e que atende a toda a população.”
A primeira fase do projeto Amazônia Conectada será inaugurada em abril, com a realização de obras iniciais de infraestrutura. A previsão do Exército é a de que a implantação total do projeto seja concluída até 2017. Os investimentos são da ordem de R$1 bilhão de reais.
SPUTNIK/montedo.com

Jeep: a lenda.

Jeep: A necessidade do exército americano deu origem à um clássico do 4×4
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Willys MB
Em 20 de outubro de 1883, nascia em Point Pleasant, EUA, o designer Karl Probst. Ele poderia ter passado despercebido pela história automotiva, mas decidiu assumir uma missão difícil e arriscada a pedido do Exército Americano.
Era 1940 e os EUA estavam percebendo que logo estariam diretamente envolvidos na recém iniciada Segunda Guerra Mundial, que já devastava a Europa. Pensando nisso, decidiu antecipar-se aos fatos e pediu um projeto de veículo leve de reconhecimento para 135 empresas no país. No entanto, apenas a Bantam e a Willys Overland responderam.
A Bantam estava em processo de falência e não podia contar com sua equipe de engenharia, enquanto a Willys pediu mais tempo. Afinal, o US Army (exército) pediu quase o impossível: 49 dias de prazo e nada mais! No final, o protótipo já deveria ser totalmente funcional. Sem ação por parte da Willys, a Bantam pediu a Probst – freelancer na época – para desenvolver o projeto.

BRC
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Karl Probst
Probst recusou, mas o US Army fez um pedido direto e ele acabou aceitando, mesmo sem remuneração. Karl provou ser completamente capaz de executar a missão. Em apenas dois dias ele desenhou o veículo que os militares queriam. Isso foi em 17 de julho de 1940 e no dia 22 do mesmo mês, a Bantam apresentou o protótipo BRC (Bantam Reconnaissance Car).
O BRC foi construído à mão e com peças de outros veículos, sendo então testado pelo exército e aprovado em todos os quesitos, exceto o torque do motor. De qualquer forma, o veículo já estava apto a ser produzido, mas o US Army achou que a Bantam não conseguiria dar conta do recado e pediu para que Ford e Willys passassem a fabricar também o novo carro militar.
Os componentes principais do veículo foram fornecidos pela Spicer e a Bantam manteve o nome BRC, enquanto a Ford o chamou de Pygmy (Pigmeu) e a Willys de Quad. Os três protótipos pré-série eram muito parecidos entre si e as diferenças estavam principalmente relacionadas com a grade frontal.
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Bantam BRC
Para produção seriada, os nomes foram alterados para Bantam BRC-40, Ford GP e Willys MA. Foram fabricadas 1.500 unidades de cada modelo e imediatamente testados pelo exército. Dos três fabricantes, a Willys deu um salto maior ao reduzir o peso para os 578 kg em ordem de marcha para uma especificação de uso militar e podia ainda usar o mais potente motor “Go Devil” da empresa.
Com isso, a Willys ganhou o contrato principal de produção com um projeto que daria origem a um famoso utilitário 4×4 após a guerra. O visual do modelo, agora chamado MB, utilizava a grade de barras verticais da Ford e o design foi adotado pelo US Army.
Sem poder dar conta da demanda, a Willys Overland pediu permissão para contratar a Ford, a fim de ajudar a obter o volume necessário. Infelizmente, a Bantam não teve sucesso, apesar de ter feito 2.700 unidades do BRC-40 e ter criado o projeto em tempo recorde.
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Ford Pigmy
Jeep
A origem real do nome “jeep” ainda é alvo de debates, mas é comumente aceito que o derivou do termo “GP” (General Purpose) usado pela Ford em seu modelo. As letras “G” e “P” soariam como “jeep” em inglês. A invenção do nome Jeep teria sido feita por Joe Frazer, presidente da Willys entre 1939 e 1944, usando exatamente a pronúncia das letras.
Enfim, o nome Jeep surgia nos campos de batalha e acabou se tornando sinônimo desse tipo de veículo dentro do exército. A fama de indestrutível nas linhas de combate fez o nome “jeep” significar também qualquer veículo inspirado no GP. Somente em fevereiro de 1943, a Willys entra com o pedido de marca para “Jeep”.
Durante a Segunda Guerra, Willys Overland e Ford construíram 640.000 unidades dos modelos MB e GPW, que representaram 18% de todos os veículos militares produzidos pelos EUA durante o conflito. O preço unitário era de US$ 648,74 na Willys e US$ 782,59 na Ford. Usado nos mais variados fins, o Jeep teve inclusive 30% de sua produção fornecidos para o Império Britânico e União Soviética.

Pós-guerra
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Jeep CW2A
Depois da guerra, a fama do Jeep se espalhou pelo mundo e diversos fabricantes copiaram o utilitário, inclusive do Japão. O veículo também se tornou um objeto de arte, sendo considerado uma obra-prima do desenho industrial. Funcional e resistente, o projeto continuou a ser executado para fins militares, mas acabou caindo mesmo é nas graças dos consumidores.
O primeiro Jeep civil foi o CJ-2A (Civil Jeep) de 1945 e custava US$ 1.090. Em 1953 surge o CJ-3B. A marca registrada só seria dada à Willys Overland em 1950. Mas ela iniciou um período de mudanças de dono. A empresa foi vendida para a Kaiser Motors em 1953 e a divisão Jeep virou Kaiser-Jeep em 1963. Com faróis maiores e para-lamas dianteiros mais delineados, o veículo foi sempre o best seller da montadora nas décadas seguintes, apesar de terem surgido variantes, inclusive picape.
Das séries do utilitário 4×4, a fabricada por mais tempo foi a CJ-5, que ficou em linha entre 1954 e 1983. Haviam também as séries FJ, FD, Jeepster, Forward Control e “M”. Em 1963, surge a série SJ, que tornaria a Jeep mais diversificada, pois tratava-se de um veículo maior e contemporâneo da época.
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Willys Jeep Truck
Jeep
O Jeep SJ daria origem aos famosos Wagoneer (1963-1983), Cherokee (1974-1983), Grand Wagoneer (1984-1992), Gladiator (1963-1971), Série J (1972-1988) e M7XX/6217 (1967-1969). Em 1970, a AMC adquiriu a Jeep, até então nas mãos da Kaiser Motors. Nove anos depois, a Renault assume a AMC, mas a produção só em 1986.
A divisão AM General, que fabricava as versões militares, começa a desenvolver o HMMWV, popularmente conhecido como Humvee, que se tronaria o cavalo de batalha do US Army e USMC. Em 1984, surge o Cherokee (XJ) e no final do período AMC/Renault, aparecem os modelos Comanche (picape) e Wrangler (jipe).
O Wrangler é o herdeiro do primeiro Jeep e é totalmente inspirado no veterano guerra. No ano de 1987, a Chrysler assume a AMC no lugar da Renault e passa a integrar a Jeep entre suas bandeiras. A Chrysler entra com ação na justiça americana contra a GM pelo direito de usar a famosa grade, que a Hummer pretendia usar em seus utilitários.
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Jeep Wagoneer
Em 1993, surge o Grand Cherokee, modelo que viria a ser o topo de linha da marca americana. A Jeep permaneceu diretamente ligada à Chrysler até a fusão desta com a Daimler em 1998. Nessa fazem surgem os modelos Commander (2006) e Liberty (2004), mas o Grand Wagoneer deixa de ser feito.
Na China, a parceria entre a DaimlerChrysler e a Beijing Auto faz surgir a Beijing-Benz, que daria origem a vários carros derivados do Cherokee e do Wrangler. Em 2007, a Jeep volta para a Chrysler LLC, agora separada dos alemães. No entanto, a crise de 2009 faz a empresa pedir falência nos EUA.
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A salvação, além da realizada pelo governo americano com bilhões de dólares, foi a aquisição da Chrysler pela Fiat. Sob a gestão direta de Sérgio Marchionne, a Jeep passa a ter um novo foco, produtos de uma nova base ítalo-americana chamada “Wide”.
O primeiro rebento dessa nova geração foi o Novo Cherokee, tendo logo após o compacto Renegade, que é feito na Itália e no Brasil. Haverá ainda outro de mesma base e o retorno futuro do Wagoneer, entre outras coisas.

Brasil
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Willys Overland do Brasil com modelos Jeep
A história da Jeep no Brasil e muita antiga e recentemente teve um grande desdobramento com o lançamento do Renegade. Em 1954, a Wiilys Overland começa a produzir o chamado “Jeep Willys” em Taboão, bairro de São Bernardo do Campo/SP, próximo da Rodovia Anchieta.
Logo de cara o Jeep Willys (versão CJ-3B ou “Cara de Cavalo”, por ter frente mais alta que o original da guerra), logo se mostrou adequado à realidade brasileira, onde ruas e estradas ainda eram feitas de terra em boa parte do território. Ele era vendido como “Jipe Universal”.
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Em 1966, o Jeep Willys passou a ser montado também em Jaboatão/PE, onde ficou conhecido como “Jeep Chapéu de Couro”. Ele era fabricado pela Willys Nordeste, a primeira montadora de automóveis da região, onde também eram feitos os modelos Rural e Pickup. Pouco tempo depois, a planta pernambucana foi fechada.
O Jeep Willys – já do modelo CJ-5 – foi fabricado posteriormente pela Ford, após aquisição da Willys. O modelo foi feito até 1981 na fábrica de Taboão. Com seu fim, a marca some do mercado brasileiro e só reaparece nos anos 90 com importados. Ela continuou assim até a era Fiat-Chrysler, quando uma nova ação foi tomada.
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Jeep Renegade
A nova empresa decidiu retomar a produção da marca Jeep no Brasil com o novo modelo de entrada, o Renegade. O modelo usa a mesma base do Fiat 500X e sua fabricação passou a ser feita – além da Itália – em Goiana/PE, que fica a 77 km de Jaboatão, que outrora produzira o clássico Jeep Willys. Hoje, a Jeep emprega funcionários que um dia trabalharam na montagem do modelo clássico nos anos 60.
notíciasautomotivas/montedo.com

ONU reúne pela primeira vez chefes militares para falar sobre missões de paz

ONU quer mais apoio para forças de paz em reuniões com chefes da Defesa
Secretário-geral fez apelo por mais contribuições de tropas e vontade política dos países; conferência reúne representantes militares de mais de 100 Estados-membros para discutir operações de paz das Nações Unidas no mundo.

Militares de mais de 100 países participam do encontro
na sede da ONU. Foto: ONU/Eskinder Debebe
Edgard Júnior, da Rádio ONU em Nova York.
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu esta sexta-feira "união e apoio" na primeira Conferência das Nações Unidas dos Chefes da Defesa.
Militares de mais de 100 países participam do encontro na sede da organização, em Nova York, para discutir as operações de paz. O encontro debate ainda desafios como ameaças a forças de paz, como por exemplo terrorismo, crime organizado, conflitos e até mesmo crises de saúde.

Portugal
Ban fez um apelo por mais contribuições de soldados e vontade política dos países. Segundo o chefe da ONU, "um desempenho eficaz exige um consenso amplo sobre o porquê, onde e como os boinas-azuis cumprem seus mandatos."
O Chefe do Estado Maior das Forças Armadas de Portugal, general Artur Pina Monteiro, também participa do encontro. Em entrevista à Rádio ONU, em Nova York, Pina Monteiro falou sobre a contribuição portuguesa às missões de paz.
"Portugal participou sempre de missões das Nações Unidas, evoluindo ao longo dos tempos com maior ou menor intensidade. Lembro do papel de Portugal em relação ao Timor-Leste e, também, hoje temos que ter em conta por exemplo a situação da Guiné-Bissau. A Guiné que precisa ser apoiada e estou certo que as Nações Unidas darão seu contributo e Portugal, certamente, não vai ficar atrás nomeadamente porque na reunião dos doadores Portugal marcou bem sua posição."

Ameaças
Os Chefes da Defesa estão debatendo questões centrais ligadas às tropas de paz como parte de um amplo engajamento dos Estados-membros para expandir a parceria e promover a implementação de suas missões.
Ban disse aos militares que as ameaças às tropas de paz estão aumentando. Segundo ele, "antes de 2000 a ONU perdeu mais de 100 boinas-azuis num ano, em quatro ocasiões. Desde então, esse número já foi alcançado 10 vezes consecutivas".
O secretário-geral disse que nas últimas duas décadas o Conselho de Segurança deu mandatos cada vez mais desafiadores, como é o caso do Mali e da República Centro-Africana.
Ban afirmou que "até mesmo em missões tradicionalmente estáticas, como a Undof, nas Colinas de Golã, podem ocorrer mudanças repentinas no ambiente operacional".

Proteção de Civis
O secretário-geral disse que o papel principal das tropas de paz é a proteção dos civis de qualquer tipo de violência.
Além disso, os boinas-azuis ajudam também no processo de estabilização, de extensão da autoridade do Estado e do fortalecimento do Estado de direito, como também lidar com os problemas de igualdade de gêneros e proteger os direitos humanos.
Segundo dados da ONU, mais de 130 mil militares, policiais e civis do mundo inteiro estão servindo em 16 operações de paz. Ban afirmou que "a manutenção da paz é uma responsabilidade global compartilhada que avança com os interesses comuns mundiais".
ONU/montedo.com

As Forças Armadas na Maré (vídeo)

Do canal Papo de Milico

Soldado do Exército é preso no DF suspeito de estuprar primas de 10 e 14 anos.

Criança foi encontrada chorando na rua; ela contou à PM que sofreu abuso.
Homem de 23 anos foi encaminhado ao Batalhão de Polícia do Exército.

Do G1 DF
A Polícia Militar do Distrito Federal prendeu um soldado do Exército de 23 anos suspeito de abusar sexualmente das duas primas, de 10 e 14 anos, na madrugada deste domingo (29).
De acordo com a PM, policiais faziam ronda na quadra 5 do Setor Norte de Brazlândia, quando avistaram uma criança saindo de casa assustada e chorando. Ela contou que o primo estava dentro da casa com a irmã, de 14 anos, e que ele estaria tentando manter relações sexuais com as duas.
O homem foi encaminhado à 23ª DP. Segundo a PM, ele vai responder por estupro de vulnerável por ter apalpado as crianças. A Polícia Civil informou que o suspeito foi encaminhado ao Batalhão de Polícia Do Exército. O G1 entrou em contato com o Exército mas foi informado que ninguém poderia se posicionar sobre o caso por não haver expediente no domingo.
G1/montedo.com

Garimpo ilegal: Exército destrói pistas clandestinas em Roraima.

'Operação Curare V' destrói pistas clandestinas em garimpo de Roraima
Ao todo, duas pistas foram inutilizadas; pistas auxiliavam garimpo ilegal.
Uma pista ficava às margens do rio Uraricoera e outra em área Yanomami.
Pista do Espadim, localizada às margens do Rio Uraricoera, no Noroeste de Roraima foi explodida pela Exército (Foto: Exército Brasileiro/Divulgação)
Pista do Espadim, localizada às margens do Rio Uraricoera, no Noroeste de Roraima foi explodida pelo Exército
(Foto: Exército Brasileiro/Divulgação)
Do G1 RR
Como parte da ações desenvolvidas na Operação 'Curare V', o Exército Brasileiro explodiu duas pistas clandestinas na região Noroeste de Roraima que davam suporte ao garimpo ilegal, segundo informações do serviço de inteligência da instituição. A operação, que tem como finalidade combater crimes transfronteiriços no estado, está sob o comando da 1ª Brigada de Infantaria de Selva.
Uma das pistas destruídas, a Pista do Espadim, ficava localizada às margens do rio Uraricoera, no extremo Noroeste de Roraima. A outra, que foi inutilizada nesse sábado (28), ficava no meio da selva, em área indigena Yanomami, também na mesma região do estado. De acordo com o Exército, foram utilizados 45 quilos de explosivos na operação.
A 'Curare V', que ocorre em todo o arco fronteiriço e áreas indígenas de Roraima, tem como foco combater o narcotráfico, descaminho, tráfico de armas e munições, crimes ambientais, contrabando de veículos, imigração ilegal e o garimpo ilegal.
Dados da Operação
Nos 3 dias primeiros dias de operação, foram apreendidos, conforme informou o Exército, 245 litros de combustível que são avaliados em R$ 40 mil; 370 m³ de madeira de extração ilegal, que representam mais de R$ 110 mil; cerca de R$ 26 mil em material oriundo de garimpo e 3 veículos sem documentação.
G1/montedo.com

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