27 de fevereiro de 2015

Clube militar responde a Lula: "Exército, só o de Caxias!"


Senado aprova licença-maternidade de seis meses para militares.

Projeto também regula licença-paternidade e para adotantes.
Texto segue agora para sanção de Dilma

Mariana Jungmann - Repórter da Agência Brasil Edição: Jorge Wamburg
Marcos Oliveira/Agência Senado
O Senado aprovou ontem (26) projeto de lei que estende às servidoras públicas militares o direito à licença-maternidade de seis meses. Servidoras civis e algumas empregadas de empresas privadas, de acordo com a política da empresa, já usufruem desse direito.
O projeto também trata de outros benefícios já previstos para civis, como licença para adotantes e licença-paternidade. Os pais poderão tirar licença de cinco dias e as mães adotantes, de 90 dias, se o filho tiver menos de um ano, e de 30 dias, se ele tiver mais que essa idade. Além disso, estabelece que a gestante, servidora das Forças Armadas, pode mudar de função durante o período, se sua condição de saúde exigir, retornando para a atividade anterior após o fim da licença.
As militares também passam a ter direito de tirar uma hora de descanso por dia enquanto estiverem amamentando durante os primeiros seis meses da criança. Isso porque a licença maternidade poderá ser tirada em quatro ou seis meses, conforme a opção da mãe, pois ela poderá optar por retornar mais cedo ao trabalho e garantir uma hora por dia para a amamentação. Esse período poderá ser dividido em dois de 30 minutos.
Em caso de aborto, a funcionária militar também poderá tirar 30 dias de licença remunerada. O projeto já foi aprovado também na Câmara e, por isso, segue agora para sanção da presidenta Dilma Rousseff.
Agência Brasil/montedo.com

Vergonha alheia: 'Vai encher o saco', diz vereador de SP sobre Hino Nacional antes de sessões.

Vereador Layrton Infante (PP)  de
Montes Claros (SP)
(Imagem: Divulgação)
Monte Alto (SP) - A possibilidade de execução obrigatória do Hino Nacional antes de todas sessões ordinárias da Câmara divide a opinião de vereadores em Monte Alto (SP). O projeto que altera o regimento interno do Legislativo local entrou em discussão na última segunda-feira (23), mas sua votação foi adiada em uma semana depois que um parlamentar subiu ao plenário pedindo que a medida seja revista, sob o argumento de que o símbolo nacional tornará o expediente parlamentar cansativo.

“Acho que é muita coisa. No começo vai ser até legal para todo mundo ali. Mas depois vai ficar uma coisa cansativa, enjoativa e, desculpe a expressão, vai encher o saco, senhor presidente. Por isso estou pedindo aqui o adiamento de votação por uma semana”, afirmou, da tribuna, Layrton Infante (PP), ao questionar a proposta encaminhada pelo vereador João Picolo (PDT). 

Ele também disse que a leitura semanal de textos da Bíblia, prática já adotada pela Casa, é suficiente. Confira a matéria do G1.

#Fatos!



Exército discute operacionalização do Sisfron com governo do MS.

Secretaria de Segurança e Exército discutem operacionalização do Sisfron
(Imagem: Joelma Belchior)
Joelma Aparecida Belchior da Silva do Notícias MS/ Redação Pantanal News
Campo Grande (MS) – O secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, Sílvio Maluf, recebeu nesta quarta-feira (25), no gabinete da Sejusp, em Campo Grande, o gerente do Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras, general de Exército Carlos Roberto Pinto de Souza, acompanhado da equipe responsável pela instalação do Sisfron em Mato Grosso do Sul.
A operacionalização e a infraestrutura do Sisfron, foram os temas discutidos no encontro. “Queremos tranquilizar o secretário Maluf, quanto ao cumprimento de prazos dos cronogramas de instalações dos equipamentos”, destacou o general Carlos Roberto.
Durante a reunião foram apresentados mapas das áreas localizadas na fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai e a Bolívia, que serão cobertas pelo sistema e também, os locais estratégicos escolhidos para a construção das torres, onde serão instalados os equipamentos de comunicação das forças.
O secretário Sílvio Maluf lembrou que Mato Grosso do Sul é parceiro do Exército na implantação e também na execução do Sistema de Monitoramento de Fronteiras, e destacou que as equipes da Sejusp desde já estão à disposição.

Sobre o Sisfron
Com investimentos de mais de R$ 12 bilhões em recursos do Governo Federal e um tempo de 10 anos para total implantação, o Sisfron é considerado um projeto caro e muito ousado, que vai empregar tecnologia para ajudar o Exército Brasileiro, em parceria com as Secretarias de Segurança, a melhorar a segurança pública em quase 17 mil quilômetros de fronteira, na divisa de 11 estados brasileiros com outros países.
No fim do ano passado foi ativada a primeira unidade do Sisfron aqui em Mato Grosso do Sul, no município de Dourados, para fortalecer a presença e a capacidade de ação do Estado na faixa de fronteira, bem como, auxiliar as forças policiais no combate à ilícitos como o tráfico de drogas, armas, contrabando e também, defesa sanitária.
“É um projeto estratégico do Exército Brasileiro para todos, pois é através do Sisfron que vamos otimizar sistemas, reduzir custos e estreitar as relações com os órgãos de segurança pública e as polícias, visando o combate ao crime, defesa das nossas fronteiras e também, a prestação melhores serviços para a sociedade como um todo”, explicou o coronel Gerson Gomes Novo, adjunto do Centro de Monitoramento de Fronteiras do Centro de Comando e Guerra Eletrônica do Exército.
Também estiveram presentes na reunião, o secretário adjunto de Segurança Pública do Estado, Hélton Fonseca, o superintendente de Segurança Pública da Sejusp, delegado Antônio Carlos Videira, o superintendente de Planejamento, Projetos e Ações Integradas das Políticas de Segurança Pública, coronel Luiz Carlos Garcia Gomes, o delegado Luiz Sérgio da Silva, coordenador de Operações de Inteligência da Sejusp e Rafael Timoteo, procurador do Estado.
Pantanal Neews/montedo.com

26 de fevereiro de 2015

Cabo do Exército é preso por embriaguez e direção perigosa.

Polícia encontrou várias latinhas de cerveja no carro  (Foto: Neidiana Oliveira/G1)
Polícia encontrou várias latinhas de cerveja no carro
(Foto: Neidiana Oliveira/G1)
Segundo a PM, militar dirigia em alta velocidade; cerveja foi encontrada.
Caso ocorreu na manhã desta quinta-feira (26), no Centro de Boa Vista.

Neidiana Oliveira
Do G1 RR
Boa Vista (RR) - Um cabo do exército, de 27 anos, foi autuado em flagrante na manhã desta quinta-feira (26), por embriaguez ao volante e direção perigosa. De acordo com a Polícia Militar, a equipe do Ronda no Bairro foi acionada por volta das 6h40, para verificar a situação de um veículo que estava em alta velocidade no Centro de Boa Vista.
Conforme testemunhas, o carro seguia pela Avenida Getúlio Vargas e fez o contorno, em alta velocidade, pela Rua João Pereira de Melo, e bateu duas vezes no meio-fio. "O carro rodou na pista, parou na contramão no meio da via e seguiu", relatou uma testemunha, acrescentando que, posteriormente, a polícia encontrou o carro com os dois homens, escutando som alto, na Praça do Centro Cívico.
A polícia informou que o passageiro estava sem a documentação. O condutor fez o teste do etilômetro, conhecido como 'bafômetro', e ficou constatado 1,47 miligrama de álcool por litro de ar, conforme os policiais. Várias latinhas de cerveja e uma garrafa de whisky foram encontradas no veículo. Após consulta ao sistema, a polícia detalhou que o veículo estava no nome do cabo do exército e estava com a documentação regular.
Os dois foram detidos e encaminhados ao 5º Distrito Policial, onde o delegado responsável deverá autuar o condutor em flagrante por embriaguez ao volante e direção perigosa, e arbitrar uma fiança de 8 a 10 salários mínimos. A Polícia Militar destacou que caso o suspeito não pague a fiança, poderá ser conduzido à Penitenciária Agrícola de Boa Vista.
Em nota ao G1, o Comando de Fronteira do Estado de Roraima 7º BIS informou que caso o militar seja detido, ele ficará preso no quartel. Ainda segundo o Comando, se constatado a embriaguez ao voltante ele cumprirá medidas disciplinares previstas pelo Regimento do Exército.

Justiça condena ex-militares que desviavam munições do Exército.

Quadrilha repassava o material para ladrões de caixas eletrônicos da região.
Penas variam de 9 a 13 anos de reclusão, segundo o Ministério Público.
Munições exclusivas do exército desviadas pelos ex-militares de Campinas (SP) (Foto: Reprodução/ EPTV)
Munições exclusivas do Exército desviadas pelos ex-militares de Campinas (Foto: Reprodução/ EPTV)
Do G1 Campinas e Região
O Ministério Público de São Paulo divulgou nesta quarta-feira (25) que dois ex-militares de Campinas (SP) foram condenados pela Justiça. Eles são acusados de integrar uma quadrilha especializada em desviar armas, acessórios e munições das Forças Armadas e fornecer os equipamentos para ladrões de caixas eletrônicos e traficantes de drogas da região. A pena do ex-sargento é de 13 anos de prisão e a do ex-soldado, 9 anos. No entanto, a decisão ainda cabe recurso.
A denúncia foi feita em março de 2014 pelos promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e da Promotoria de Justiça de Campinas, após investigações realizadas pelo MP em conjunto com o Departamento de Investigação sobre o Crime Organizado (Deic) da Polícia Civil.
Leia também:
Sargento do Exército vendeu para o PCC munição desviada da operação no Alemão
Mensagens de texto
Mensagens enviadas pelo ex-sargento de Campinas (SP) (Foto: Reprodução/ EPTV)Na época, o sargento Ivan Carlos da Silva e o soldado Geraldo Júnior Rangel dos Santos eram militares do 28º Batalhão de Infantaria Leve em Campinas. Depois da prisão, os dois foram expulsos. A quadrilha desviou mais de 700 munições de calibre 7.62 mm, de uso exclusivo do Exército, além de armas e explosivos. O ex-sargento mandava mensagens de texto pelo celular durante as negociações. As ligações foram interceptadas com autorização da Justiça.
Segundo o MP, o esquema começou a ser desvendado com a prisão em flagrante de um dos acusados, em fevereiro de 2013, quando ele se preparava para explodir caixas eletrônicos. Ele e outro denunciado negociavam com os dois integrantes do Exército a compra de armas, munições e artefatos explosivos pertencentes às Forças Armadas.
Mais prisões
Além dos ex-militares, dois ladrões de bancos foram condenados a 12 e 10 anos de prisão. O ex-soldado conseguiu um habeas corpus e pode responder em liberdade. Os outros envolvidos não têm esse direito.
O advogado Samuel Pacheco, que representa o ex-soldado, disse vai recorrer. Já o representante do ex-sargento não foi encontrado para falar sobre o caso.
G1/montedo.com

Dez mulheres no contingente brasileiro da Minustah.

A tenente-coronel Maria das Graças Andrade de Jesus (esquerda) e a tenente Paola de Carvalho Andrade estão entre as 10 oficiais que participarão do 22º Contingente do Brasil na Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti . (MINUSTAH). [Foto: PH Freitas]
Eduardo Szklarz
Mais de 200 militares brasileiras já serviram na Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (MINUSTAH). Atualmente, outras 10 se preparam para serem enviadas ao país caribenho em maio, quando participarão o 22º Contingente do Brasil na missão de paz.
Uma dessas oficiais, a tenente-coronel Maria das Graças Andrade de Jesus, é uma advogada que dará assessoria jurídica ao 22º Contingente do Batalhão de Infantaria de Força de Paz (BRABAT 22).
“Representar o Brasil em Missão de Paz é motivo de orgulho para todo militar”, diz a tenente-coronel Maria das Graças. “O lema do BRABAT 22 será ‘Tudo por um ideal’, na certeza de que os desafios serão constantes, mas que para vencê-los empregaremos os nossos mais nobres esforços com coragem, perseverança e fé.”
Atualmente, o Brasil tem 14 mulheres no BRABAT, quatro no BRAENGCOY e uma Grupamento de Fuzileiros Navais, segundo o Ministério da Defesa.
Outra oficial, a tenente Paola de Carvalho Andrade, é uma jornalista que trabalhará no Setor de Comunicação Social (G10) do 22º Contingente da Companhia de Engenharia de Força de Paz (BRAENGCOY). Esta é sua segunda passagem no contingente brasileiro na MINUSTAH. A primeiro foi em 2007-2008, quando ela foi um membro do BRABAT 8.
“É inegável a grande motivação de participar de uma Operação de Paz, representando o meu país”, diz Maria das Graças. “Participar do BRABAT 8 foi uma experiência extremamente gratificante, pois o batalhão brasileiro é respeitado e admirado pela população haitiana e pelos contingentes dos demais países que integram a missão.”
Além da função de assessora jurídica, ela integrou as ações de Cooperação Civil-Militar (CIMIC), incluindo a distribuição de alimentos, brinquedos e orientações médico-sanitárias desenvolvidas pelo batalhão.
“A experiência no Haiti superou as minhas expectativas. Acredito que tenha sido o ápice da minha carreira como advogada e oficial”, diz ela. “Tive a oportunidade de liderar e ser liderada, aprender e ensinar, rever conceitos e valores, trocar experiências, enfim, de crescer profissionalmente e como ser humano.”
O que mais chamou sua atenção durante a primeira missão foi a oportunidade de interagir com pessoas de diferentes países e culturas. “Dessa forma, conseguimos proporcionar à população haitiana melhor condição de vida e segurança.”
Agora, a tenente-coronel Maria das Graças também fornecerá assessoria jurídica ao comando do batalhão, orientando e supervisionando a condução e regularidade dos procedimentos investigativos a cargo do contingente, propondo medidas de treinamento preventivo para as tropas, elaborando recomendações e executando outras missões definidas pelo comandante do BRABAT 22.

Missão ajuda haitianos a caminhar com suas próprias pernas
Segundo a tenente Paola, as missões de paz aumentam a consciência dos desafios enfrentados por outros povos.
“Os problemas de países como Haiti, Timor Leste e Sudão são problemas de todos. Quando um ser humano é desrespeitado, todos são”, diz ela. “A MINUSTAH e outras missões são uma esperança de resgate de dignidade, autonomia e respeito. Isso é motivante.”
Durante a missão, ela vai fornecer informações para os canais de comunicação do Ministério da Defesa e das Forças Armadas. Também servirá de elo para os que desejam conhecer o BRAENGCOY, incluindo órgãos de imprensa, organizações militares ou membros da sociedade civil brasileira ou internacional.
“O G10 funciona como uma assessoria de comunicação, sendo que a tarefa mais interessante é a de contribuir para manter o moral da tropa”, afirma.
A principal expectativa é que o Haiti seja capaz de restabelecer suas estruturas como estado e que suas instituições recomecem as operações, diz a tenente Paola.
“A MINUSTAH não resolverá os problemas dos haitianos, mas poderá minimizá-los, dando ferramentas e segurança para que eles se organizem e assumam seus rumos”, diz. “Ao longo desses 11 anos de missão, obtivemos o respeito da ONU e da população haitiana. Isso fortalece a imagem do Brasil, mas sobretudo fortalece a nossa identidade e a consciência de que podemos fazer – e fazer bem.”

Preparação intensa
O treinamento ao qual as duas mulheres se submeteram é o mesmo do resto dos membros da missão.
“Recebemos treinamentos diversos. Alguns são direcionados a todos os militares do Contingente e outros são específicos por área de atuação”, explica a tenente Paola.
A primeira fase de preparo é descentralizada. As militares recebem informações sobre a missão e as peculiaridades do Haiti, além de instruções de tiro, saúde e direitos humanos. Depois, elas realizam atividades específicas, como o Estágio de Comunicação Social, Estágio de Preparação para o Estado-Maior e os Cursos para Intérpretes.
“Além de promover a reciclagem dos militares, esses estágios os colocam em contato com a experiência de quem já esteve em missões anteriores”, diz a tenente Paola. “Por fim, é feito o preparo centralizado: durante um mês, os militares participam de treinamentos que simulam situações reais. Realizam tarefas e são submetidos às pressões que encontrarão no Haiti.”
O 22º Contingente do Brasil da missão humanitária deve permanecer no Haiti por seis meses, mas sua permanência poderá ser estendida pela ONU.
DefesaNet/montedo.com

Cem 'severinos' combaterão a dengue no DF.

Governo do DF receberá ajuda de cem militares para combater à dengue e à chikungunya
Homens do Exército vão passar por treinamento para realizar força-tarefa no DF

O GDF (Governo do Distrito Federal) anunciou nesta terça-feira (24) que vai receber ajuda de cem militares do Exército para combater à dengue e à febre chikungunya. A primeira reunião aconteceu nesta segunda-feira (23), quando ficou definido que, de 3 a 6 de março, a equipe será treinada por servidores da Diretoria de Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde.
O chefe da Assessoria de Mobilização Institucional e Social para Prevenção à Dengue, Ailton Domicio, disse que, assim que a capacitação terminar, os militares reforçarão os atuais grupos de força-tarefa.
— Temos atualmente sete equipes e, com a entrada dos homens do Exército, serão 17. Esse apoio nos permitirá atuar em mais de uma cidade simultaneamente.
Leia também:
'Severinos': Exército define na próxima semana efetivo que combaterá dengue no DF.
As atividades deste ano da força-tarefa começaram em Planaltina, região do Distrito Federal, no bairro Arapoanga. De 9 a 12 de fevereiro e de 19 a 23 do mesmo mês, foram inspecionados 4.985 imóveis. Desses, 197 precisaram de tratamento com larvicida, produto utilizado para matar a larva dos mosquitos transmissores. Além disso, 30 agentes comunitários da região administrativa estão ajudando no trabalho de mobilização.
— Essas equipes ficarão em Planaltina até que o trabalho seja finalizado. Não existe um calendário das próximas cidades a receberem a visita porque tudo dependerá da necessidade e urgência de cada região administrativa.
R7/montedo.com

Exército monta ponte provisória em bairro de Manaus.

Exército montou ponte provisória no lugar da ponte do Tarumã, Zona Oeste
Cerca de 50 homens do 6º Batalhão de Engenharia e Construção (6º BEC) do Exército trabalharam na montagem da estrutura
A obra provisória consiste na montagem de vigas metálicas, que ao serem encaixadas, darão suporte ao assoalho de madeira (Evandro Seixas)
OSWALDO NETO
Manaus (AM) - Soldados do Exército iniciaram nesta terça-feira (24) a construção de uma estrutura provisória no lugar da Ponte do Tarumã, na Zona Oeste, que desabou no dia 18 deste mês e interrompeu o fluxo de veículos na área. A ponte tem 14 metros e o trânsito deve ser liberado no local nesta quinta-feira (26).
Cerca de 50 homens do 6º Batalhão de Engenharia e Construção (6º BEC) do Exército trabalharam na montagem da estrutura,  na manhã desta quarta-feira (25). A obra provisória consiste na montagem de vigas metálicas, que ao serem encaixadas, darão suporte ao assoalho de madeira. Apesar disso, só será permida na construção a passagem de veículos de passeio.
A opção foi tomada pela Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinfra). A titular da pasta, Waldívia Alencar, adiantou sobre a possibilidade da ponte temporária semana passada. “As pontes utilizadas pelo Exército Brasileiro têm 14 metros de extensão e ficaria no local até a construção da ponte definitiva, que também será duplicada”, disse na ocasião. Não há informações sobre o início das obras da ponte definitiva.

Estrutura
Na semana passada, técnicos da Seinfra e da Construtora Etam, responsável pela obra, iniciaram a demolição e retirada de entulhos do local. Com mais de 20 anos de existência e construída sobre uma estrutura em gabião, a Ponte do Tarumã não resistiu à força das águas pluviais e cedeu, obrigando sua total interdição.
A duplicação da Estrada do Tarumã e a construção de uma ponte inteiramente nova estão previstos na construção do Anel Viário Sul, dentro do Projeto Amazonas 2020, que prevê intervenções viárias de grande porte em Manaus.
a crítica/montedo.com

Tenente do Exército morre em acidente com forrageira no Piauí.

Tenente do exército morre após acidente com forrageira em Boqueirão do Piauí


Antônio (esq.) teve o abdômen pefurado (Arquivo)

Romário Antunes

Boqueirão do Piauí (PI) - Morreu na tarde da última segunda feira (23), o Tenente aposentado Antonio Reinaldo Neto, de 72 anos, em sua residência, localizada no Povoado Lago, Zona Rural de Boqueirão do Piauí. Antonio Reinaldo morreu após ser atingido por uma peça que se soltou da forrageira, na qual ele produzia ração para animais.
Antonio Reinaldo morreu ao ser atingido e teve morte imediata, já que que seu abdômen foi perfurado violentamente pelo objeto  que soltou-se da máquina. Seu corpo ainda chegou a ser transferido para o HRCM para ser periciado.
meionorte.com/montedo.com

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