2 de outubro de 2014

Eleições 2014: Militar, encontre um candidato pra chamar de seu e VOTE!

Publicado originalmente em 1º de setembro 
(relação atualizada em 21 de setembro)

Nossos candidatos: Sargento Feliciano, "O cara da Ponte".

“Ninguém doa dinheiro para campanha de "marinheiros de primeira viagem". 
Série Conheça seus CANDIDATOS - Entrevista com Sargento Feliciano, o "cara da PONTE".

Conhecido nacionalmente por realizar protestos “não convencionais”, como pular da Ponte Rio Niterói e Voar de Parapente com faixas pedindo reajuste para os militares, o sargento Feliciano se candidata ao cargo de Deputado Estadual pelo PRTB, partido que apóia o PMB enquanto este ainda não se regularizou totalmente. Aproveitamos para conversar um pouco com o Sargento. Abaixo transcrevemos perguntas e respostas, que foram bem objetivas, dado o pouco tempo que dispúnhamos. Feliciano conta sobre as punições pelos protestos e explica a estratégia do Partido Militar de também conseguir deputados estaduais e distritais como base para reforçar as campanhas de 2016 e 2018.

Revista Sociedade Militar - Sargento, como o senhor conseguiu se tornar tão popular, levando em consideração que a imprensa tradicional pouco mencionou os seus protestos, com exceção do Jornal o Dia no Rio de Janeiro?
Sargento Feliciano - Primeiramente gostaria de agradecer a Revista Sociedade Militar pelo apoio à família militar e recentemente aos candidatos militares.
A revista tem contribuído muito para que nossa classe entenda de vez que só uma bancada militar atenderá nossas demandas.
Passei mais de um ano planejando, sozinho, como mostrar à sociedade brasileira a situação financeira precária dos militares.
E para um resultado extraordinário, você deve fazer algo extraordinário!
Escolhi a ponte Rio-Niterói, planejei e executei. Mesmo sabendo da possibilidade de chuva, de acordo com a previsão do tempo, fui em frente assim mesmo, pois na infantaria, a chuva é nossa companheira.
Na mesma manhã, caiu um prédio em São Paulo que matou mais de 200 pessoas e a chuva impediu que helicópteros das redes de TV fossem ao local e com esses dois fatos perdi espaço na mídia.
Mesmo assim o assunto se espalhou pelos quarteis de todo o Brasil.
Fiquei insatisfeito com o resultado, pois não houve mais mobilizações de militares em prol da questão salarial, como eu havia imaginado.
Fui preso por dez dias e além de escrever um livro para passar o tempo, planejei o segundo protesto.
Escalei um monumento de 27 metros de altura com uma camisa pintada com o valor do nosso salário família (R$0,16).
Este protesto teve menos repercussão que a punição que ele me rendeu (doze dias).
Conheci o Partido Militar Brasileiro, fui convidado a me candidatar e agora estamos aqui!

Revista Sociedade Militar - Não conseguimos ver, nas proximidades de quartéis e vilas militares, cartazes com o seu nome e número. Houve restrições financeiras para a realização da campanha ou houveram doações significativas?
Sargento Feliciano - Ninguém doa dinheiro para campanha de "marinheiros de primeira viagem". Pois quem doa, quer saber exatamente as possibilidades de retorno.
Mesmo assim uma "merreca" foi levantada entre os integrantes do PMB e conseguimos imprimir alguns santinhos. Com isso, decidi me focar nas redes sociais e reuniões com militares e interessados.

Revista Sociedade Militar - Como o Senhor pretende atuar em favor dos Militares já que se eleito ocupará um cargo na Assembléia Legislativa do rio de Janeiro?
A escolha da candidatura à Deputado Estadual, não foi por acaso. Foi fruto de uma estratégia traçada dentro do Partido Militar.
Com um orçamento curto e sem "capital eleitoral" para ajudar a traçar a estratégia, chegamos a conclusão que não seria inteligente lançar mais de um candidato a Deputado Federal.
O candidato escolhido pelos presidentes dos diretórios do PMB em todo o estado do Rio de Janeiro, foi o Gerson Paulo, Sub-Oficial da FAB e Presidente do Partido Militar Brasileiro-RJ. (candidato numero 2838)
Para unir forçar em prol do objetivo principal, também lançamos dois candidatos a Deputado Estadual - Bruno Nascimento (51100) e eu.
Como Deputado Estadual eu posso:
* Reforçar as colunas da bancada militar.
* Implantar um projeto que já existe em outros estado que é o aproveitamento dos cabos e soldados que saem das Forças Armadas para as instituições de segurança pública como a PM e Gda Municial. (projeto já proposto pelo candidato a vice-governador do RJ - General Abreu)
* Ajudar na criação de novos PNRs em áreas cedidas pelo Estado.
* Construir novos Colégios Militares e até instituições de Ensino Superior.
* Garantir votação coerente em projetos do Estado que tenha reflexos na família militar.
Mas o mais importante para mim é sair "debaixo" do regulamento disciplinar e poder continuar a protestar sem ser preso a cada protesto e poder exercer influência entre os Deputados Federais e Senadores para que "ataquem" o ponto mais fraco da situação da família militar: a remuneração.

Revista Sociedade Militar - Uma candidatada do Distrito Federal, Miriam Stein, deu a entender que pode ser necessário ações radicais para conseguir algum progresso na questão da renumeração dos militares das Forças Armadas. Ela falou em acampar no saguão do Congresso se for eleita. O que o Senhor acha disso?
Sargento Feliciano - Eu sugiro acampar pendurado na parede do Congresso Nacional usando uma barraca de alpinista dessas que se arma na vertical!
Ações comuns, resultados comuns. Ações extraordinárias, resultados extraordinários.
Comparecer a reuniões tradicionais para falar, falar e falar...
Assinar abaixo-assinado na internet... Escrever belos projetos de leis ou emendas constitucionais...
Fazer o que todo mundo faz, teremos o resultado que todo mundo tem...
E a situação salarial dos militares não será resolvida de maneira tradicional... Teremos que ser diferentes!
Vou falar com a Miriam, com a Kelma Costa e mais outros guerreiros audazes para um ataque em conjunto, pois a Kelma diz que juntos somos mais fortes, mas até agora temos guerreado individualmente.

Revista Sociedade Militar - Faltando apenas uma semana para as eleições o senhor gostaria de dizer mais alguma coisa?
Sargento Feliciano - Sim! Passei anos pensando se entraria neste combate ou não...
Se eu decidi entrar é porque tenho disposição de ir até o fim.
Minha prioridade é devolver a dignidade a família militar, nem que o preço seja alto.
Já estraguei minha carreira com tantas punições porque não tenho medo das consequências.
Talvez eu ganhe esta campanha... Talvez não... O resultado não mudará meus planos futuros de aterrorizar os responsáveis por tanto descaso.
Escolhi o numero 28.016 para lembrar desta cifra ridícula que aparece em nossos contracheques (R$ 0,16 por dependente)
Coragem pra fazer o que é dito, eu tenho.
E a conclusão deste projeto depende de você, leitor, compartilhar essas informações com o máximo de pessoas!
Um abraço e até próximo protesto.
Sargento Feliciano. Candidato a DEPUTADO ESTADUAL - RJ - com o Número 28016.

Sociedade Militar/montedo.com

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1 de outubro de 2014

Nossos candidatos: "A intervenção deve ser feita nas urnas!", diz Miriam Stein

MIRIAM STEIN. "A INTERVENÇÃO DEVE SER feita nas URNAS". No Distrito Federal propostas inovadoras e corajosas como acampar no CONGRESSO para chamar atenção.

Série Conheça seus Candidatos: Miriam Stein. Distrito Federal, esposa e filha de Militar.
Assim como no Rio militares candidatos tem agido de forma “não convencional”, a candidata Miriam Stein, que concorre pelo DF, filha e esposa de militar, se compromete a realizar ações radicais em seu mandato, como acampar dentro do próprio Congresso para atrair a atenção sobre a questão dos militares brasileiros. Realmente a candidata nos fez pensar, ficamos a imaginar Bolsonaro, Kelma Costa, Miriam Stein, Gerson Paulo, Sargento Ronaldo, Genivaldo e vários outros, inclusive deputados estaduais e distritais, acampados em grandes barracas verdes bem dentro do Congresso Nacional, fazendo da situação dos militares o assunto do momento.
A família militar e a sociedade esclarecida como um todo devem estar atentos. Ha gente jovem, capacitada e com disposição para lutar pela categoria que representarão. A Revista Sociedade Militar conseguiu um tempo na agenda corrida de Miriam Stein. A jovem candidata se destacou nos últimos meses por sua atuação junto de outros representantes da família militar e de parlamentares federais na busca por melhores condições para os militares das forças armadas. Miriam é candidata a deputada federal pelo Distrito Federal, ela concorre usando o número 2888.
Conheça um pouco mais da candidata e suas propostas.
Na recente mobilização dos representantes dos militares federais, que por si só já é uma grande conquista, foram realizadas ações inéditas, como reuniões com o Ministério da Defesa e audiências no Congresso Nacional. Nesses eventos Miriam Stein fez colocações interessantes e relevantes diante de vários parlamentares, membros do MD e sociedade civil.

Sociedade Militar: candidata Miriam, na mensagem convite para essa entrevista apresentamos a V.S.a o público que frequenta o site Revista Sociedade Militar. Como dissemos, mais de 86% das pessoas que acessam o site e fanpage se define como de direita e 40% desejam que a família esteja em primeiro lugar nos projetos políticos de seus representantes (link). Para o nosso público a questão econômica ocupa a terceira posição nas prioridades.
Pelo que se percebe nas redes sociais, onde a senhora tem sido muito ativa, como a maioria dos candidatos que desejam representar a família militar. A senhora tem propostas bem enquadradas nos anseios da Sociedade Militar e outras voltadas para a sociedade como um todo.
Levando em consideração o que foi colocado acima, qual será a sua prioridade depois que assumir o cargo no Congresso Nacional?

Miriam Stein: Como filha de militar da reserva e esposa de militar da ativa, tenho os mesmos anseios e sinto as mesmas necessidades das pessoas que acessam o site da Revista Sociedade Militar. Cabe ressaltar que estes anseios e necessidades foram os que levaram a me candidatar a uma cadeira no Congresso Nacional com a finalidade de mudar esta situação em favor das nossas famílias.
Minha grande preocupação é conscientizar a Família Militar da real importância da nossa participação na política brasileira e de que os nossos clamores só serão ouvidos se tivermos a representatividade política necessária. Nós temos uma arma poderosíssima nas mãos que é o nosso voto.
Como Deputada Federal vou envidar todos os esforços necessários para que as Forças Armadas façam parte da agenda do Legislativo e doExecutivo.
Como consta das minhas propostas, vou lutar para que o investimento anual nas Forças Armadas seja de, no mínimo, 2% do Produto Interno Bruto (PIB). Hoje este valor está em torno de 1,4%.A média mundial é de 2,6%. Com mais recursos, a Marinha, o Exército e a Força Aérea terão melhores condições de trabalho. Terão condições de investir mais em infraestrutura para as nossas famílias, como, por exemplo, construção de próprios nacionais residenciais (PNR).
Também vou lutar pela equiparação salarial dos militares com as carreiras do executivo. Não adianta pedirmos reajuste salarial e recebermos um aumento parcelado que, ao final do período, foi consumido pela inflação. Em 2004, os militares federais percebiam uma remuneração média per capita equivalente a 110% à da Administração Pública Direta (categoria mais mal remunerada em todo o serviço público federal) e, em 2012, esse índice passou para 68% e continua em declínio.
Outra meta para o mandato é aumentar o investimento do Estado na Indústria Nacional de Defesa. O Brasil precisa desenvolver tecnologia nacional para ter sua independência tecnológica. O aumento do investimento, além de diminuir a dependência estrangeira, vai aumentar a oferta de empregos e fortalecer a economia.
Da mesma forma, são compromissos da minha candidatura a cobrança do pagamento da diferença remuneratória dos 28,86%, a proposição da volta do pagamento do auxílio moradia, a criação de um projeto para plano de moradia para os militares que vão para a reserva, a criação de um projeto de lei que trate sobre a criação de convênio entre os Estados e o DF para absorver a mão de obra das esposas de militares, concursadas em nível Estadual, dentre outros.
Por fim, deixarei um canal de comunicação aberto com todas as famílias, com a finalidade de identificar outros temas de interesse.Quero levantar as demandas da família militar e de todos que comunguem com os ideais democráticosde respeitoà Constituição e aos valores da família.

Sociedade Militar: Militares da reserva, esposas e dependentes realizaram algumas manifestações pedindo reajuste salarial. Uma delas ocorreu em Copacabana, e outras em Brasília, mas foram pouco citadas pela imprensa. Em algumas reuniões realizadas em Brasília, com a presença de membros do Ministério da Defesa, alguns membros da família militar - inclusive a senhora - fizeram declarações importantes, que deram a entender que se acredita que o governo federal ignora os militares, e faz pouco caso de suas necessidades, se aproveitando do regime diferenciado a que estes estão submetidos, que inclui o impedimento de habeas corpus no caso de punições disciplinares e a proibição de realizar greve ou paralisações de caráter reivindicatório. Algumas pessoas chegam a dizer que ao descaso se soma uma espécie de revanchismo, já que vários membros do alto escalão federal nos últimos anos, inclusive a Presidente, foram sancionados nos anos 70 e 80 pelo governo então chefiado pelos militares.
A recuperação salarial está entre as prioridades para a família militar, que precisa eleger políticos que compreendam essa necessidade. Contudo, o processo legislativo, no que diz respeito a reajuste de salários, não pode ser iniciado por deputados ou senadores, por força do artigo 61 § 1°, que dá exclusividade ao governo federal para isso.

SM: A senhora pretende lutar pela recuperação salarial dos militares? Em caso afirmativo, como pretende fazer isso, levando em consideração o que foi dito acima sobre o artigo 61 da CF1988?
Miriam Stein: No que diz respeito à parte introdutória deste questionamento, participei de diversas comissões e reuniões que me pareciam teatros para dar uma satisfação a sociedade e a família militar. Políticos se empenhavam com nossas demandas e falavam frases bonitas, mas saindo de dentro das reuniões, portavam-se como se nós não existíssemos. Realmente me revolta a forma como somos tratados.Sinto que fiz plateia para esses políticos que usam nossas reivindicações para palanque eleitoral.
Respondendo à pergunta: sim, vou lutar pela recuperação salarial dos militares. E vou além. Como citei na primeira questão, não adianta ser aumento. Precisamos uma equiparação salarial com as carreiras do Executivo. Caso seja só aumento, em poucos anos será consumido pela inflação e a desvalorização será cada vez maior.

SM:A Constituição realmente estabelece que a competência para a proposição de aumento para as Forças Armadas é do Executivo. Então, como podemos participar deste processo?
Miriam Stein: Mais uma vez faço referência à importância de elegermos uma bancada forte para o Congresso Nacional. Quanto maior for o número de Deputados eleitos comprometidos com as Forças Armadas, maior vai ser a pressão sobre o Congresso e sobre o Executivo. Com uma bancada forte, teremos poder de pressão para cobrar do Executivo a solução adequada para as necessidades dos militares. Dentro do Congresso esta bancada poderá pressionar na hora da formulação do orçamento para os anos seguintes, garantindo mais recursos para as Forças Armadas.
Para mudarmos a política salarial dos militares, necessitamos ter voz no Congresso Nacional. Assim o Presidente da República terá real interesse em debater esse assunto tão pertinente que permeia a vida da Família Militar.

SM:  Nas redes sociais a senhora tem mencionado alguns candidatos a deputado federal e estadual de outros estados de federação. Vocês acham possível a formação de uma BANCADA MILITAR no Congresso, apoiada também por deputados estaduais/distritais ligados aos militares das Forças Armadas?
Miriam Stein: Não só acho possível como extremamente necessário. Qual pressão política um ou dois Deputados podem fazer? Nós, família militar, milhares de votantes em todo Brasil, temos o dever de pensar no nosso futuro como família e como Força Armada.
Mas nos falta união e foco. Nós sabemos o queremos e sabemos que necessitamos de voz no Congresso Nacional. Mesmo assim dividimos votos e não elegemos nenhum representante da Família Militar. Vejo militares que preferem votar em um desconhecido e sem compromisso do que votar num integrante da Família Militar.
Hoje é dia 22 de setembro, faltam poucos dias para as eleições. Eu fico em baixo do sol o dia inteiro com santinho na mão e pedindo votos. Mas a família militar ainda não desenvolveu a consciência de que se estivéssemos juntos, eu e muitos outros estaríamos eleitos e aí sim poderíamos ter voz de verdade no Congresso Nacional.
Hoje no Distrito Federal eu sou a única candidata a Deputada Federal que tem real ligação com a família militar, a única candidata do Distrito Federal que sabe o que é receberR$ 0,16 centavos de salário família, a única candidata que sente na pele o que é ser esposa de militar. Temos eleitores suficientes no DF para me eleger. Mas o que vejo é que nossos votos são divididos e no final das contas não elegemos ninguém e sim contribuímos para eleger quem muitas vezes não nos representa.
No Rio de Janeiro temos o Bolsonaro e o Gerson, em Minas Gerais temos a Kelma Costa, em São Paulo temos o General Peternelle, em Brasília sou eu para Federal e a Dra Ritinha para Distrital, e tem mais nos outros Estados. Imaginase em 2015 nós tivéssemos esses parlamentares no Congresso Nacional?
Mas para isso precisamos de votos e da conscientização da família militar.
Precisamos de voz, precisamos de atitude, precisamos da união da Família Militar.

SM: Em um vídeo publicado recentemente a senhora diz que há grande dificuldade para políticos como a senhora, que podemos chamar de “não profissionais”, em empreender uma campanha eficaz, já que políticos mais antigos chegam a investir milhões de reais em marketing etc. Já se passaram alguns dias depois da publicação do referido vídeo, a senhora gostaria de acrescentar alguma coisa sobre o assunto?
Miriam Stein: Amigos, como uma esposa de capitão do Exército pode bancar uma campanha política? Não tenho dinheiro!! Mas tenho muita garra e vontade de trabalhar. Levanto cedo e vou à luta. Santinho e megafone na mão, apresentando minhas propostas, enaltecendo os valores morais e éticos que já estão escassos na nossa sociedade.
Tem dias que chego em casa chorando por ver que me sinto só quando me deparo com candidatos que tem condições financeiras de ter comitê eleitoral, pessoal para trabalhar, carro de som,etc.Vejo candidatos com uma verdadeira empresa eleitoral que tem intuito de mantê-los no parlamento ou garantir sua primeira eleição.
Mas também não posso reclamar.O meu partido PRTB tem me auxiliado com materiais de divulgação.
Eu Miriam, Kelma, Gerson, General Peternelli, somos guerreiros que necessitamos da união da família militar para sermos a voz da tropa no Congresso Nacional.
Eu convoco quem realmente anseiapor mudança para que nesta reta final façamos uma corrente forte em torno dos nossos candidatos ao Congresso Nacional.

SM: Gostaria de acrescentar algo? (outras propostas, outros pontos, assuntos...)
Miriam Stein: Nas mídias sociais tenho visto a intensificação do pedido de intervenção militar, com o intuito de moralizar a política brasileira. Considero que a intervenção deve ser feita na urna. Imagine se nós elegêssemos pessoas para o Congresso Nacional que mantivessem compromisso com os valores da Família Militar das Forças Armadas?
Se tivéssemos uma bancada Federal com 10, 15 ou 20 candidatos comprometidos com os ideais das Forças Armadas não tenham dúvida que o Presidente eleito teria que manter um diálogo afinado com nossos representantes. Desta forma a família militar teria outro valor para o Presidente da República e nós alcançaríamos a valorização que as Forças Armadas merecem.
O que verificamos hoje em dia é que nossos valores morais e éticos são muitos admirados, mas temos que sair da teoria e ir para prática. É fato que só seremos respeitados politicamente com uma bancada de Deputados Federais que se posicione no parlamento de forma favorável aos ideais da família militar. Minha atitude ao assumir a cadeira no Congresso Nacional é levar a voz da tropa e de suas famílias à tribuna, para enaltecer as peculiaridades da profissão militar e sobre tudo resgatar nossa autoestima.
Gostaria de deixar meu compromisso que se Eleita deputada federal vou acampar por uma semana dentro do congresso nacional cobrando e exigindo o pagamento da diferença dos 28%.Se eleita, vou fazer vigília dentro do Congresso Nacional, vou acampar dentro do Salão Verde do Congresso Nacional, irei dormir todos os dias durante uma semana, exigindo o pagamento devido.
Eu desafio um candidato a Deputado Federal do DF fazer esse mesmo ato. Dormir uma semana, acampado dentro do Congresso Nacional cobrando o pagamento integral.Vou ocupar as capas de revistas e jornais como a primeira Deputada Federal que, durante uma semana, acampou dentro do Congresso Nacional cobrando um direito reconhecido dos militares e esquecido pelo governo.
Peço seu voto. Meu nome é Miriam, meu número é 2888 e eu tenho muito orgulho de falar que pertenço à família militar.
Não podemos mais aceitar ser tratados como marionetes, está na hora de darmos o nosso grito de independência!
Brasil acima de tudo!
Sociedade Militar/montedo.com

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Soldado do Exército morre em colisão no Piauí.

Soldado morre ao colidir moto com Fiat Idea na PI-238
Namorada do jovem foi socorrida em estado gravíssimo; Ela quebrou as duas pernas
FOTO 3.JPG
Picos (PI) - O soldado do 3º BEC, Flaviano de Sousa Gonçalves, morreu após um grave acidente ocorrido na PI-238, evolvendo a motocicleta conduzida pelo jovem e um carro, modelo Fiat Idea.
O acidente aconteceu por volta de 18h40, no trecho entre os municípios de Picos e Bocaina, próximo à localidade Lagoa Comprida.
Flaviano estava acompanhado de uma garota, que seria sua namorada, ambos sem capacete, seguindo em direção ao município de Picos.

No trecho do acidente há uma placa que sinaliza sobre as obras da construção de uma adutora. Um dos motoristas teria desviado, provocando a colisão. A perícia no local do acidente irá dizer qual dos condutores saiu de seu trajeto inicial.

O soldado sofreu várias fraturas pelo corpo e morreu ainda no local.
A jovem Michele do Nascimento Galvão, que o acompanhava, foi socorrida para o Hospital Regional Justino Luz. Co fraturas nas penas e lesões por todo corpo, ela teve de ser transferida para Teresina em estado gravíssimo.
180graus/montedo.com

Estados Unidos enviarão 1,4 mil soldados para combater ebola na África.

Estado de alerta
O primeiro caso em solo norte-americano foi confirmado na terça-feira
Estados Unidos enviarão mais 1,4 mil soldados para combater ebola na África PASCAL GUYOT/AFP
Membros da Cruz Vermelha trabalham na Libéria, onde o paciente nos EUA foi infectadoFoto: PASCAL GUYOT / AFP
Após a confirmação do primeiro caso de ebola diagnosticado nos Estados Unidos, o governo norte-americano informou que enviará mais 1,4 mil soldados para a Libéria, com o objetivo de ajudar no combate ao vírus no Oeste africano. O anúncio foi feito pelo Pentágono, na noite dessa terça-feira, horas depois de o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) ter divulgado a informação sobre o caso de um paciente em tratamento em um hospital de Dallas, no estado do Texas.
Segundo o porta-voz do Pentágono, John Kirby, os militares serão enviados nas próximas semanas. Cerca de 700 soldados, além de engenheiros e militares, devem ser deslocados para a capital da Libéria, Monrovia, até a segunda quinzena de outubro.
Eles irão se juntar aos 200 homens que já estão na região. Depois, serão enviados mais reforços, até que se complete o contingente total de 3 mil militares que o governo dos Estados Unidos prometeu para ajudar em obras de infraestrutura e instalações hospitalares e sanitárias.
Em setembro, o presidente norte-americano, Barack Obama, anunciou o projeto de enviar cerca de 3 mil soldados à Libéria para fornecer apoio logístico na luta contra a epidemia, considerada a mais grave desde o aparecimento do vírus em 1976.

Última contagem da OMS
A epidemia de Ebola já deixou pelo menos 3.091 mortos em países africanos, de acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS).
Segundo a última contagem da OMS, de 23 de setembro, na Guiné, onde o surto começou no ano passado, o Ebola infectou 1.074 pessoas, matando 648 delas.
Na Libéria, país mais atingido, 3.458 pessoas foram infectadas e delas 1.830 morreram. Em Serra Leoa, o Ebola infectou 2.021 pessoas e matou 605.
A Nigéria teve 20 casos, com oito mortes, e o último caso registrado no país data de 5 de setembro. O Senegal, que só teve um caso confirmado de Ebola, só pode ser considerado livre do Ebola depois de 42 dias do registro da doença.
O paciente americano – que não teve a identidade revelada – contraiu o vírus durante viagem a Libéria. Ele regressou no dia 20 de setembro e assim que apareceram os sintomas procurou um hospital. O ebola só é transmissível a partir da fase infecciosa, quando os sintomas se manifestam.
ZH/montedo.com

Militares: problemas em nível federal, representação em nível local. Como solucionar isso agora?

Do site Sociedade Militar
Editorial
Os militares das Forças Armadas e familiares compõem uma das maiores e mais importantes categorias existentes no Brasil. Contudo, paradoxalmente, possuem uma das menores representações no legislativo, tanto estadual quanto federal. Atualmente representados unicamente por Jair Bolsonaro, que inegavelmente é corajoso e lutador, mas tem as mãos atadas por conta do artigo 61 da CF1988 - que só permite ao presidente da república propor leis relacionadas à salário e carreira das Forças Armadas - os militares a cada mês têm a geladeira mais vazia, são cada vez mais empurrados para a periferia, onde os alugueis são mais baratos, e tem o futuro de seus filhos cada vez mais prejudicado por conta da impossibilidade de fornecer educação de alta qualidade por conta da perda de poder aquisitivo.
Ao longo dos últimos anos, com a criação das redes sociais, espaços para comentários nos sites e, principalmente, o surgimento de revistas online como Montedo e Sociedade Militar, que tratam de assuntos relacionados à questões sociais dos militares (como salário, moradia, jornada de trabalho e politização), os outros sites, antes chamados de “sites militares”, que tratam de assuntos relacionadas à armamento e logística foram perdendo espaço. Na medida em que se entendia que o ser humano é o material mais importante das instituições militares, foram crescendo os veículos que ousaram tocar em temas antes temidos e taxados de desagregadores, subversivos etc. Os assuntos direitos humanos, jornada de trabalho, respeito à dignidade, abuso de autoridade e questões similares deixaram então de ser uma espécie de TABU e passaram a ser discutidos mais abertamente.
Se os espaços virtuais cresceram isso ocorreu porque a sociedade tinha essa necessidade, havia essa lacuna, havia necessidade de se solucionar os diversos problemas ali relatados e discutidos. Nada persiste na internet se não houver um público que endosse a idéia. Hoje se você digitar no google a palavra MILITAR ou MILITARES não vai surgir um site que trata de armamento. guerra, tanques ou aviões de combate. Os primeiros sites que aparecerão serão o antigo Portal militar e a Revista Sociedade Militar. O primeiro é um espaço para blogs, muito útil, e o segundo é nossa revista online. Ambos tem como principal assunto os problemas enfrentados pelo material Humano das Forças Armadas.
As redes sociais e os citados sites se tornaram “locais” de discussões, amplamente democráticos, onde soldados possuem o mesmo espaço que generais, se tornaram também pontos de grande concentração de idéias, acabando por formar uma “massa crítica” capaz de mover a sociedade militar brasileira para um estado de politização nunca antes visto. E que ninguém ouse comparar isso com os acontecimentos pré-64. A politização que se percebe não despreza a hierarquia e disciplina e, ao contrario do que ocorreu no passado, defende princípios como patriotismo, respeito às instituições, meritocracia, respeito à propriedade privada, ordem, honestidade e liberdade.
Como resultado de tudo isso, em pouco mais de dois anos testemunhou-se acontecimentos nunca antes vistos. Um grande exemplo foi a manifestação em Copacabana, divulgada pelas redes sociais, onde militares e familiares disseram a todo o país qual a verdadeira situação vivida pela família militar brasileira. Outro grande exemplo foi o abaixo assinado no site do Senado, onde mais de 300 mil cidadãos colocaram suas assinaturas. E outro exemplo são as discussões em Brasília, onde a família militar foi recebida no Congresso para discutir com membros do governo.
Vivemos um momento inédito, você e sua família são protagonistas dessa mudança. Por causa da sua atividade possuímos hoje mais de 60 candidatos com possibilidade de vencer. O seu “curtiu”, “compartilhar”, “G+1” e twittar, alcança uma rede de em média 150 amigos, e assim consecutivamente. Um curtiu repetido por amigos pode alcançar dezenas de milhares de pessoas. Se durante essa semana você curtir e compartilhar os perfis e entrevistas de candidatos publicados nos sites Revista Sociedade Militar e Montedo.com, podemos alcançar milhões de cidadãos ainda antes das eleições. Se as pessoas lerem os textos com toda certeza vão gostar dos candidatos e de suas propostas. Pois são pessoas comuns, nenhum deles é milionário ou político profissional, nenhum deles tem financiamento de empresários para suas campanhas.
Lembramos que a representação em nível estadual é também muito importante, além de construir a base para as próximas eleições. Com os deputados estaduais e federais teremos acesso, entraremos nas instancias administrativas, entraremos nos quartéis, no Ministério da Defesa. Teremos onde reclamar nossos direitos perdidos, abusos etc.
Nossa missão essa semana é compartilhar o perfil / entrevista do candidato que você considera mais adequado. Aqui no site eles formam um pelotão de mais de 60 pessoas selecionadas e comprometidas com aquilo que precisamos.
Em pouco mais de dois anos só publicamos aqui dois editoriais, esse é o terceiro. Fazemos isso porque cremos que o momento é oportuno, vivemos uma situação inédita e mais do que isso, sabemos que falta pouco para a nossa vitória. Basta somente um pouco mais de esforço em conjunto. Sabemos muito bem fazer isso, somos um exército e vamos sim comemorar a vitória na semana que vem.
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